Curso de Oratória Básica

curso oratoriaO professor de empreendedorismo e parceiro da Rota 232, Wagner Andrade, informa o adiamento do curso de oratória em função das eleições de domingo dia 26.

O evento que estava programado para este sábado 25, será realizado no dia 1 de novembro.

Rota 232 Comunicação Imobiliária no Feirão Imobiliário da caixa

Mais um feirão da caixa para você passar o ano novo  na sua casa própria

A Rota 232 fará a cobertura de 5 a 8 de novembro de mais um grande feirão imobiliário para você não passar o ano novo pagando aluguel.

Serão mais de 20 imobiliárias  expondo os imóveis que estão esperando por você.

O evento acontece na Agência Mestre Vitalino, na cidade de Caruaru.

Não perca esta oportunidade de dar adeus ao ano velho e a casa velha, começando 2015 na sua casa nova.

Vem pra caixa você também.

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4 maiores qualidades que um corretor deve ter

Ao fazermos uma análise mais apurada do perfil demonstrado pelos grandes vendedores, percebemos que algumas características são comuns a esses profissionais. Detalhes como um bom poder de persuasão, uma boa dicção e uma apurada técnica de vendas são elementos compartilhados entre eles, independente do segmento ao qual estão ligados. Porém, ao observarmos corretores bem sucedidos no mercado imobiliário, podemos verificar que muitos apresentam características bem específicas, que são fatores determinantes no seu desempenho.

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O que torna esses corretores mais eficazes do que outros? Quais são as qualidades que os tornam excelentes em seu ofício?

Conhecimento do setor imobiliário

O corretor que almeja alcançar o sucesso deve buscar atualizar-se o tempo todo em relação ao mercado imobiliário. Além disso, é importante que procure analisar e entender as mudanças que ocorrem no ramo de imóveis, ajudando na visão global do cenário e permitindo uma contribuição de qualidade para o seu cliente.

Muitas vezes, o profissional acaba atuando como um consultor, tendo a obrigação de estar bem informado, a fim de prestar um serviço diferenciado. Clientes preferem ser atendidos por quem esteja atento ao mercado, portanto, um bom corretor deve conhecer bem o seu produto.

Habilidade de negociação

Ter um bom conhecimento do produto em questão permite uma negociação com base em justificativas sólidas e convincentes. O argumento estará respaldado por dados observados pelo corretor e expostos de maneira adequada ao comprador. Convencer o cliente a adquirir um imóvel é uma tarefa difícil, porém, quando se tem a certeza de que o imóvel à venda reúne todos os itens iniciais elencados pelo comprador — em relação a preço, localização, forma de financiamento, tamanho do imóvel e quantidade de cômodos — há uma possibilidade maior de se concretizar a venda.

Dedicação e compromisso

Ninguém cresce sem empenho. Estudar a propriedade e as suas características — como facilidades oferecidas no local e itens que podem contribuir para a sua valorização — analisar o perfil dos clientes, conhecendo as suas reais necessidades para apresentar-lhes o imóvel certo e agendar visitas que, muitas vezes, podem não render em negócios. Todas essas tarefas dependem de muito esforço.

Dessa maneira, uma das principais características dos grandes corretores é a disposição para o trabalho. Ao observar os números atingidos por alguns desses profissionais, não imaginamos a energia que dispuseram e o tempo que investiram para alcançá-los. O esforço, aliado à persistência, é um diferencial que trará recompensas aos melhores corretores.

Ética profissional

Uma marca dos grandes corretores, sem dúvida, é a ética profissional. A maneira de conduzir as suas negociações e a transparência demonstrada aos vendedores e aos compradores, onde denotam a sua imparcialidade em relação ao negócio, evidenciam valores e princípios que são admirados pelos clientes. Se um corretor possui uma agenda cheia, é fruto de, além dos fatores citados acima, uma conduta correta, percebida no mercado imobiliário e valorizada por todos que estão envolvidos no cenário.

As características aqui expostas são as principais marcas dos bons corretores e também as mais apreciadas por aqueles que decidem adquirir um imóvel, o que explica os números expressivos desses profissionais no ramo imobiliário. Caso você atue na área e tenha percebido que não possui todos esses atributos, não perca tempo e invista em sua carreira: torne-se um corretor de imóveis acima da média.

Via Só Corretor

Por que entender um cliente é tão importante?

No universo do teatro, é comum dizer que “melhor do que ver ou ouvir, é perceber”. Afinal, é por meio da percepção que é possível interpretar o que os sentidos captam.

Essa sabedoria pode ser aplicada a outras realidades. Um bom corretor de imóveis, por exemplo, é aquele que usa a sua experiência profissional e de vida para extrair, de cada troca com o cliente, dados necessários para encontrar o imóvel perfeito.

Precisa ser convencido de por que entender um cliente é tão importante?

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A tarefa do corretor

O corretor é um profissional que transforma os sonhos em realidade. Seja para fins pessoais ou comerciais, ele concretiza projetos para o futuro de cada cliente.

Portanto, fechar um negócio é auxiliar. Ao ter em mente essa simples premissa, é possível compreender a importância de interpretar as informações obtidas de cada contato.

Perfil do cliente

Conseguir o nome e a profissão do seu cliente, é a parte mais fácil ao se montar um perfil. Embora seja um começo, falta muito ainda para saber quem é o seu consumidor.

Perguntas pertinentes seriam: ele é casado? Tem filhos? Quais os planos dele? Quer um jardim? Um consultório em casa? Deseja morar perto do trabalho?

Não tenha medo de perguntar, a fim de preencher um questionário básico, para saber um pouco mais sobre a pessoa com quem você está tentando fazer um negócio. Afinal, é a partir desse conjunto de informações que o corretor pode pesquisar em sua carteira por imóveis disponíveis que se adequem à realidade do cliente.

Necessidades, expectativas e sonhos

Muitos clientes que procuram por um corretor não sabem ao certo o que querem. Normalmente, têm apenas uma ideia, algumas vontades e requisitos mínimos.

Ajudar o cliente a definir o que deseja é uma qualidade essencial para todo corretor, exigindo, para isso, que o profissional pesquise muito e interprete os dados corretamente. Sentar para tomar um cafezinho pode parecer apenas uma maneira de ser sociável e de passar o tempo, mas na verdade é uma oportunidade de obter informações que te permitirão compreender o que é necessário para o seu consumidor, passando pelo que é desejável e esperado por ele.

Lembre-se de que o caminho não é linear: atrás de uma crítica pode se esconder um desejo ou uma frustração. Atenção para chegar aos pontos que fecham negócios.

Bloco de anotações e uma memória afiada

Ouvir, anotar, perguntar e interpretar. Depois de saber quem é o seu cliente, o trabalho de busca fica concentrado nesses eixos principais.

Definir o perfil e as coordenadas torna a sua busca ainda mais precisa, aumentando as chances de sucesso e reduzindo aquela impressão de se estar garimpando a esmo, tentando encontrar uma joia rara.

O tempo é precioso, tanto o seu quanto do seu cliente! Portanto, use sabiamente as suas oportunidades. Afinal, quem sai satisfeito da mesa de negociações, recomenda, garantindo para você novos negócios.

Tenha sempre em mente que o foco da venda é o comprador e não o produto. Por melhor que sejam os imóveis oferecidos, fechar um negócio requer atender e superar as expectativas do seu cliente. Para tanto, trace o perfil e o universo dele, permitindo que você encontre mais facilmente, e em menos tempo, o melhor imóvel possível.

A competição é acirrada e o destaque será sempre de quem oferecer o serviço mais completo. Invista na sua percepção: com certeza, você não irá se arrepender dos resultados.

Via Só Corretor

A verdade sobre os governos do PT e do PSDB

avaliação governso do pt e psdbAbaixo segue o texto de um economista que faz uma avaliação real dos dois governos do PSDB e do PT, sem a maquiação dos marqueteiros de campanha eleitoral de um e de outro candidato.

A verdade sobre a economia brasileira nos governos do PT e do PSDB não pode ser vista sob os olhos da campanha eleitoral, da emoção, da falta de bom senso.

O texto que você vai ler não é para apaixonados por Dilma ou por Aécio, mas para aqueles que primam pela verdade dos fatos, que trabalham com fontes confiáveis, que analisam desempenhos em cima de dados técnicos e comprovados e não em cima das mentiras eleitoreiras. As fontes pesquisadas estão listadas para que se possa conferir a veracidade.

Texto:

De repente todo mundo virou economista, olhando os números e comparando governos…

Pessoas fazem mestrados e doutorados sobre economia no governo FHC e Lula e de repente, você leigo com uns números mixurucas, fica contando número de voos pro exterior no governo Dilma, inflação galopante no FHC sem sequer entender os mecanismos da inflação e nem de cenários econômicos, aumento do PIB no Dilma e acha que o Brasil tá maravilhoso e que o governo anterior é um demônio ou o atual esta levando o país a bancarrota…

Você tem um problema que merece tratamento chamado maniqueísmo ou dicotomização. Você que é petista e não consegue assumir que há pessoas e ideias boas no partido “oposto” e você que é peessedebista e não consegue assumir que há petistas com ideias boas, vocês tem problema também.

Essa polarização só tem beneficiado a quem pensa em plano de poder e àqueles que não querem governar para o povo que somos todos nós, direita, esquerda, centro, empresários, funcionários públicos, ricos, pobres, negros, índios, mestiços, brancos, homens e mulheres de diferentes orientações sexuais, evangélicos, católicos, umbandistas, judeu, todos os credos. Somos um país diversificado. Há uma grande responsabilidade sobre nossos representantes para que eles assim possam ser chamados, por isso não podemos nos dar o luxo de execrar um bom plano para o país só porque não foi você quem teve a ideia. Isso é arrogância, inveja e vaidade juntas. Temos que ter consciência do que é prioritário em nosso país e escolher aquele governante que tem o plano mais alinhado a isso. Sem paixões partidárias. Quando se assume o governo não existe partido, só existe o país e o povo. Não se governa para um partido e sim para um país.

Já que querem comparar com governos anteriores, seguem alguns dados relevantes (não os de números de passagens pro exterior ou números de show do Paul McCartney) e notem que ao mostrar alguns deles, o governo PT é melhor que o antigo PFL em certos pontos, e vice-versa. Acho que mostrar o todo e não omitir onde há derrota é mais honesto que só mostrar a parte boa. Lembrem-se sempre, a estatística é a arte de torturar os números até eles falarem o que você quer…

Pelo menos aqui, deixa-se claro os instrumentos de tortura. Brincadeiras à parte, seguem os dados e as fontes oficiais e um gráfico que sintetiza os valores das fontes:

Índice de Desenvolvimento Humano

De 1995 a 2000 (FHC) cresceu 0,056 (0,0112 ao ano), em uma variação percentual de 7,62% (1,48% ao ano)

De 2000 a 2007 (Lula) cresceu 0,023 (0,0033 ao ano), em uma variação percentual de 2,91% (0,41% ao ano)

http://hdr.undp.org/en/data

Acesso à Rede de água

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 6,9% (0,77% ao ano), em uma variação percentual de 9,2% (0,98% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 3,4% (0,49% ao ano), em uma variação percentual de 4,15% (0,58% ao ano)

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2009/tabelas_pdf/sintese_serie_1.pdf

Acesso à Rede de esgoto

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 7,4% (0,82% ao ano), em uma variação percentual de 18,97% (1,95% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 6,9% (0,99% ao ano), em uma variação percentual de 14,87% (2,00% ao ano)

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2009/tabelas_pdf/sintese_serie_1.pdf
Acesso à Energia elétrica

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 6,6% (0,73% ao ano), em uma variação percentual de 7,33% (0,79% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 2,5% (0,36% ao ano), em uma variação percentual de 2,59% (0,37% ao ano)

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2009/tabelas_pdf/sintese_serie_1.pdf
Porcentagem de Domicílios com geladeira

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 14,8% (1,64% ao ano), em uma variação percentual de 20,61% (2,10% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 7,3% (1,04% ao ano), em uma variação percentual de 8,43% (1,16% ao ano)

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2009/tabelas_pdf/sintese_serie_1.pdf
Porcentagem de Domicílios com televisão

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 14,1% (1,57% ao ano), em uma variação percentual de 18,60% (1,91% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 6,1% (0,87% ao ano), em uma variação percentual de 6,79% (0,94% ao ano)

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2009/tabelas_pdf/sintese_serie_1.pdf
Porcentagem de Domicílios com telefone

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 41,8% (4,64% ao ano), em uma variação percentual de 211,11% (13,44% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 23,3% (3,33% ao ano), em uma variação percentual de 37,82% (4,69% ao ano)

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2009/tabelas_pdf/sintese_serie_1.pdf
Mortalidade infantil

De 1997 a 2002 (FHC) caiu 7 pontos (1,4 ponto ao ano), em uma variação percentual de -21,94% (-4,83% ao ano)

De 2002 a 2006 (Lula) caiu 4,2 pontos (1,05 ponto ao ano), em uma variação percentual de -16,87% (-4,51% ao ano)

http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2008/c01a.htm

Taxa de pobreza

De 1993 a 2002 (FHC) a taxa de extrema pobreza caiu 6,28% (0,70% ao ano), em uma variação percentual de -30,98% (-4,04% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) a taxa de extrema pobreza caiu 6,71% (0,96% ao ano), em uma variação percentual de -47,96% (-8,91% ao ano)

De 1993 a 2002 (FHC) a taxa de pobreza caiu 8,58% (0,95% ao ano), em uma variação percentual de -19,96% (-2,44% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) a taxa de pobreza caiu 12,98% (1,85% ao ano), em uma variação percentual de -37,73% (-6,54% ao ano)

http://www.ipeadata.gov.br/

Evasão escolar

De 1993 a 2002 (FHC) caiu 19,6% (2,18% ao ano), em uma variação percentual de -51,44% (-7,71% ao ano)

De 2002 a 2007 (Lula) caiu 0,80% (0,16% ao ano), em uma variação percentual de -4,32% (-0,88% ao ano)

http://seriesestatisticas.ibge.gov.br/series.aspx?vcodigo=SEE15&t=abandono-escolar-nivel-ensino-serie-encerrada (as outras séries você precisa digitar educação na busca do ibge e vai aparecer uma lista, escolha abandono)

Acesso ao ensino superior

De 1995 a 2002 (FHC) o número de matrículas em universidades federais aumentou em 147.224 (21.032 ao ano), em uma variação percentual de 41,68% (5,10% ao ano)

De 2002 a 2008 (Lula) o número de matrículas em universidades federais aumentou em 100.313 (16.719 ao ano), em uma variação percentual de 20,044% (3,09% ao ano)

De 1995 a 2002 (FHC) o número de matrículas em universidades aumentou em 1.022.727 (146.104 ao ano), em uma variação percentual de 90,67% (9,66% ao ano)

De 2002 a 2008 (Lula) o número de matrículas em universidades aumentou em 534.969 (89.162 ao ano), em uma variação percentual de 24,87% (3,77% ao ano)

De 1995 a 2002 (FHC) o número de matrículas em instituições federais aumentou em 164.103 (23.443 ao ano), em uma variação percentual de 44,65% (5,42% ao ano)

De 2002 a 2008 (Lula) o número de matrículas em instituições federais aumentou em 111.467 (18.578 ao ano), em uma variação percentual de 20,97% (3,22% ao ano)

De 1995 a 2002 (FHC) o número total de matrículas em instituições de ensino superior aumentou em 1.720.210 (245.744 ao ano), em uma variação percentual de 97,76% (10,23% ao ano)

De 2002 a 2008 (Lula) o número total de matrículas em instituições de ensino superior aumentou em 1.600.143 (266.691 ao ano), em uma variação percentual de 45,98% (6,50% ao ano)

http://www.inep.gov.br/superior/censosuperior/sinopse/default.asp

Índice de analfabetismo

De 1993 a 2002 (FHC) caiu 4,56% (0,51% ao ano), em uma variação percentual de -27,77% (-3,55% ao ano)

De 2002 a 2007 (Lula) caiu 1,85% (0,37% ao ano), em uma variação percentual de -15,60% (-3,33% ao ano)

http://www.ipeadata.gov.br/

Taxa de crescimento econômico

Crescimento mundial durante governo FHC: 24,27% ou 2,75% ao ano

Crescimento mundial durante governo Lula: 74,46% ou 8,27% ao ano

Crescimento do Brasil no governo FHC: 19,74% ou 2,28% ao ano ou 82,77% da média mundial

Crescimento do Brasil no governo Lula: 27,66% ou 3,55% ao ano ou 42,91% da média mundial

Durante o governo Lula, o Brasil cresceu muito menos que o resto do mundo

Durante o governo FHC, o Brasil cresceu apenas um pouco abaixo da taxa média do resto do mundo

Crescimento no governo Collor/Itamar: 6,75% ou 1,31% ao ano

Evolução no governo FHC em relação à média anterior: 73,33%

Evolução no governo Lula em relação à média anterior: 55,88%

Note que as vezes mesmo havendo maior crescimento absoluto, a TAXA anual média de crescimento da economia pode CRESCER muito mais.

Por Márcio Vieira

Coluna semanal do Mercado Imobiliário: Por Tomaz de Aquino (18/10)

Leia a coluna semanal deste sábado (18/10), Mercado Imobiliário, escrita pelo jornalita Tomaz de Aquino para o Jornal Vanguarda.

A qualidade da comunicação como caminho para o sucesso!

A-qualidade-da-comunicação-como-caminho-para-o-sucesso-520x245A profissão do “Corretor de Imóveis” é uma das profissões mais desafiantes hoje em dia. O mundo dos negócios fica mais difícil a cada dia e o papel do corretor imobiliário é buscar a inovação e as melhores formas de desenvolver atendimento de qualidade, tornando-se um inteligente consultor de negócios.

A forma de se comunicar é fundamental para se diferenciar no mercado, nos dias de hoje o “EU” é mais importante que o produto, principalmente, pois o corretor deve transmitir valores intangíveis que vão atingir diretamente a percepção do cliente. Para ter uma comunicação eficaz é necessário ter Atitude, Conhecimento e Habilidade.

Atitude é o estado de espírito que você encontra o cliente, mostre a confiança de que está realizando o melhor trabalho consciente de que sua parte esta sendo feita com qualidade, ao perceber esta posição de sua parte o cliente fica mais acessível para realizar compromissos verdadeiros que busquem uma interação de objetivos que sirvam aos interesses de ambos.

Conhecimento é a busca por todas as informações que podem contribuir com seu crescimento pessoal ou profissional. Hoje em dia não basta ter conhecimento apenas do seu produto e dos produtos concorrentes, é importante buscar também conhecer os negócios do seu cliente para que possa mostrar a ele sua importância como consultor de negócios comprovando que você está mais preparado para chegar a decisões que contribuam para o sucesso dele.

Habilidade se torna o fator mais importante dos três citados na matéria, ela é uma aplicação prática dos seus conhecimentos aliados a sua atitude e principalmente a suas ações durante a negociação com seu cliente, ter habilidade significa treinar, treinar e treinar até aperfeiçoar sua abordagem, aproximação, debate técnico sobre produto, fechar compromissos reais com seu cliente e realizar um pós venda de qualidade, pois em 90% dos casos a indicação é a principal forma de captar cliente de qualidade.

Fica bem claro que para ter uma boa comunicação é importante também buscar conhecimentos, atitude vencedora e principalmente habilidade em expressar o seu conhecimento ao seu cliente.

Rodolfo G. Daniels Jr
Gerente de Marketing Grupo Feltrin/SC
Consultor Daniels Special Strategies
20 anos de experiência comercial
Formado e pós graduado em Marketing.

Via Mercado Imobiliário

A locação por encomenda (“Built to suit”) no Direito brasileiro

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As nossas atividades na sociedade, apesar de nos parecerem repetitivas e rotineiras, acabam revelando situações inusitadas, que surgem de nossas expectativas e necessidades diante da própria vida. O Direito – e, aqui, não falo apenas da Lei – não pode ficar distante deste fenômeno, até porque ele serve justamente como um instrumento de prevenção de conflitos e pacificação da vida em sociedade.

Dentre estas distintas situações vivenciadas, inclusive na vida negocial, é interessante abordar uma modalidade de operação imobiliária que, a cada dia, se torna mais comum:  o negócio ou contrato “built to suit”, também conhecido pela expressão “locação por encomenda” ou, ainda, “construção ajustada”.

Conquanto se trate de um estrangeirismo contratual, o fato é que o contrato “built to suit”, há muito já utilizado no mercado imobiliário brasileiro, ganhou recentemente um reforço com a promulgação da Lei nº. 12.744, de 19 de dezembro de 2012.

“Buit to suit”, que significa, no vernáculo, “construir para servir”, trata-se de um contrato no qual uma das partes se compromete a construir um imóvel – ou reformá-lo substancialmente – conforme especificações e interesse de outra parte, mantendo-se como sua proprietária enquanto esta última se comprometerá a pagar um valor que conterá o preço da construção e da locação pelo período posterior, já que o bem imóvel a ela será entregue para seu uso por certo prazo.

Apesar de sua existência pretérita no Direito brasileiro, muitas dúvidas recaíam sobre esta “figura” contratual antes da entrada em vigor das regras que alteraram a Lei nº. 8.245/91 (Lei do Inquilinato).

Com efeito, alguns juristas vinham entendendo que o contrato “built to suit” equivaleria a uma cessão do imóvel e não a uma locação, o que acaba se revelando um raciocínio forçado, na medida em que a cessão de um imóvel para finalidade urbana a um terceiro por determinado tempo e mediante uma contraprestação (aluguel), deverá ser regida pela Lei do Inquilinato, posto que estar-se-á diante de uma locação, independentemente dela ter sido “encomendada”, com prévias especificações, pelo locatário ou não. Daí também não prosperar o argumento de que se tratará de um contrato atípico.

Na verdade, a própria Lei nº 12.774/2012, que alterou as normas dispostas no art. 4º e 54 da Lei do Inquilinato, deixou expresso, em seu art. 3º, o fato de que é uma locação não residencial de imóvel urbano aquela “na qual o locador procede à prévia aquisição, construção ou substancial reforma, por si mesmo ou por terceiros, do imóvel então especificado pelo pretendente à locação, a fim de que seja a este locado por prazo determinado”.

Na verdade, estas e inúmeras outras questões foram definitivamente sanadas com a entrada em vigor da novel Lei. Assim é que ao dispor sobre o que denomina “contratos de construção ajustada” estabelece, ainda, que prevalecerão as condições livremente pactuadas no contrato pelas partes, além das disposições procedimentais já previstas na Lei do Inquilinato, o que não deve significar um tratamento privilegiado para o locador. Continuarão sendo de ordem pública as normas relativas às relações locatícias e as partes estarão sujeitas à Lei de regência (Lei nº. 8.245/91). O fato é que, em razão da liberdade de contratar, as normas estabelecidas pelas partes sempre hão de prevalecer, desde que não firam as normas legais, a ordem pública, a moral e os bons costumes.

Há, outrossim, a previsão da possibilidade de renúncia de revisão dos valores dos alugueis durante o prazo de vigência do contrato de locação, assim como a possibilidade de ser pactuada, no caso de haver denúncia antecipada do contrato por parte do locatário, uma multa até o limite equivalente à soma dos valores dos alugueis até o término do contrato. É bom lembrar que, durante a duração do contrato, salvo as raras hipóteses legais, não será cabível ao locador reaver o imóvel locado, mas somente ao locatário mediante o pagamento desta multa.

Interessante ressaltar, enfim, que, tanto ao locatário continuarão sendo pertinentes as regras que tratam da possibilidade de renovação compulsória da locação celebrada, quanto, ao locador, será possível ajuizar ação de despejo para a retomada do imóvel em caso de infração contratual ou ao final do tempo determinado para a duração do contrato. Estes e outros direitos e deveres continuarão plenamente válidos, ainda que sejam verificadas as peculiaridades mencionadas quanto à espécie de locação não residencial firmada.

De qualquer modo, o que se vê é que muito se evoluiu no que tange à regulamentação da locação “built to suit”, trazendo uma maior segurança às relações firmadas entre locador e locatário e ao mercado imobiliário como um todo. Algumas incertezas ainda persistem, já que a sutileza das alterações não permite um pensamento uniforme dos juristas quanto à liberdade de contratar afirmada na própria Lei. Ao que tudo indica, o legislador quis dar uma maior liberdade de contratação quanto àquelas questões não procedimentais, até porque, apesar de se tratar de um contrato de locação, seu objeto é bem diferenciado e envolve um negócio complexo e peculiar. Certamente, o debate prosseguirá, mas o primeiro e mais importante passo foi dado pelo próprio Legislador.

Por Josiane Wendt Antunes Mafra

Via Publicidade Imobiliária

Convenção de Vendas da Eduardo Feitosa impacta Caruaru

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Ana Carolina apresenta o empreendimento para os corretores

A reunião-encontro promovido pela Eduardo Feitosa em Caruaru  para lançamento da segunda fase do Condomínio Residencial Bairro Jardins contou com a participação de mais de duzentos corretores  de mais de vinte imobiliárias da cidade.

Localizado numa área de 41 hectares, próximo da UFPE, o condomínio Bairro Jardins, é o marco do desenvolvimento e da expansão da cidade e em breve serão mais sete blocos que serão implantados transformando a região periférica numa das mais valorizadas do município.

Com apartamentos de 50 m2 e condições especiais de financiamento para famílias com renda de até R$ 1.600, o Bairro Jardins teve sua primeira fase vendida em tempo recorde e em julho de 2016 as famílias já estarão recebendo as suas chaves.

O Bairro Jardins é o primeiro bairro planejado de Caruaru que dispõe de uma infra estrutura completa com lazer, acesso fácil, separação entre os blocos, ruas asfaltadas e tudo o que você precisa como padaria, lojas de conveniência, transporte público, postos de saúde, escolas, parques e áreas de lazer.

O bairro Jardins é mais um empreendimento da Multi Técnica Engenharia e está a disposição de todo e qualquer corretor que queira fazer bons negócios no final do ano.

Roberto Rios diretor comercial apresenta as vantagens para as imobiliárias

Auditário lotado com corretores de mais de 20 imobiliárias

Confira os melhores momentos do evento, no vídeo abaixo.

Bilionários do mundo aumentam seus investimentos em imóveis

Cresce fatia do dinheiro que vai para mercado imobiliário e setor atrai novas empresas

Indivíduos com patrimônio pessoal muito elevado (da ordem de mais de US$ 30 milhões) tendem a deter um quarto de seu patrimônio em imóveis, de acordo com a consultoria Knight Frank. A fatia está em alta, de acordo com a mesma pesquisa.

(Foto: Shutterstock)

Com US$ 51 bilhões fluindo para os imóveis comerciais de valor superior a US$ 10 milhões apenas neste ano, Nova York e Londres continuam a ser destinos preferenciais.

“Os imóveis comerciais oferecem rendimento firme como o dos títulos de dívidas, propiciados pelos aluguéis, mas com potencial de alta semelhante ao das ações, quando o valor dos aluguéis começa a subir”, diz Peter MacColl, diretor da Knight Frank, no “Relatório Patrimonial 2014″.

Fundos de pensão e fundos nacionais de investimento se tornaram, com isso, participantes importantes do mercado de imóveis, afirma.

Uma pesquisa da Knight Frank com mais de 23 mil pessoas de altíssimo patrimônio revelou que mais de 40% haviam ampliado a fatia que destinam ao investimento imobiliário no ano passado, e que outros 47% planejavam fazer o mesmo em 2014.

O número de pessoas com patrimônio altíssimo subiu em 3% em 2013 em todo o mundo e, segundo a Knight Frank deve crescer mais 38% na próxima década.

O boom no mercado residencial segue o do setor comercial. Em Nova York, antes que fosse aberto o escritório para vendas do One57, um edifício residencial de 90 andares, a incorporadora já havia vendido quatro unidades, por US$ 150 milhões cada uma, para estrangeiros, diz Howard Lorber, presidente do conselho da imobiliária Douglas Elliman.

Cerca de 15% das pessoas de altíssimo patrimônio do planeta estão considerando se mudar de país, segundo a Knight Frank, e EUA e Reino Unido estão no topo da lista dos destinos pretendidos.

Exemplos

“As oportunidades não têm fronteiras”, diz Donald Trump. Com novos projetos em lugares tão diversos quanto a Índia, Brasil e Geórgia, o bilionário magnata dos imóveis diz que momento é empolgante para diversificar.

Trump (Foto: Shutterstock)

Trump é conhecido por ter feito sua fortuna no mercado de imóveis, mas agora conta com a companhia de uma classe emergente de investidores imobiliários, muitos vindos de outros ramos.

Amancio Ortega Gaona, o quarto maior bilionário do planeta e fundador da Zara, criou um portfólio de imóveis que vale mais de US$ 6,1 bilhões. Sua holding, a Ponte Gadea, abocanhou a Devonshire House em Londres por US$ 400 milhões, e um imóvel no Meatpacking District (NY) por US$ 94 milhões.

Fonte: Folha de São Paulo