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Coluna semanal do CRECI-PE

 

Coluna semanal do CRECI-PE

A Hora da Mudança de Gravatá é agora

rafael e joaquim liraO voto para deputado estadual é simbólico! Ao escolher um candidato a deputado estadual você está dizendo: “olha tô votando em você para você ´brigar´ – no bom sentido – com o governador e trazer projetos para a cidade.

Você vota num candidato a deputado estadual por dois motivos: porque você escolheu através de alguém, prefeito, amigo, líder político, etc., esse voto é de amizade, de interesse pessoal, de proposta futura. Ou então você vota porque fez uma análise da vida de cada um dos candidatos e da situação política da sua cidade e escolheu o que você acha que vai lhe representar da melhor forma.

Conheço Waldemar Borges há mais de 30 anos e já tivemos relações políticas quando ele era vereador do Recife e eu diretor de imprensa da Prefeitura do Recife e secretário de comunicação do Sindicato dos Servidores, na gestão de Gilberto Marques Paulo. Wal, como é chamado por todos é um bom político, articulado, leal aos que lhe são leais, etc.

Mas em Gravatá ele não foi feliz. Primeiro com Ozano, um prefeito fraco que não conseguiu fazer nada e ainda por cima foi vítima de tragédias pessoais que prejudicaram sua gestão. Em seguida deixou a amizade de Luiz Prequé e preferiu ficar com o prefeito Bruno Martiniano, que a única coisa que entendemos que ele quer do governo é se blindar contra acusações em processos administrativos.

Nada do que Waldemar tentou fazer para Gravatá deu certo.

1 – A PE 087 está aí, abandonada, sem conclusão, cheia de buracos, perigosa, provocando acidentes e mortes, o tempo todo;

2 – O parque da cidade começa a mostrar as falhas de construção com pistas quebradas, desperdício de água, falta de equipamentos, luzes acesas durante o dia, materiais de ruins na sua construção;

3 – A UPA vai se arrastando, termina a gestão de João Lira e ela não é inaugurada;

4 – A  Estrada que liga Gravatá a Avencas ficou no papel, não saiu do canto, mesmo recebendo o Nome do ex-governador Miguel Arraes por proposta de Waldemar Borges;

5 – A Requalificação da 15 de Novembro (R$ 570 mil) que ninguém viu, não foi feita e a via é o exemplo do resto de Gravatá, calçadas esburacadas, esgotos a céu aberto, falta de iluminação, assaltos, trânsito caótico e urbanização deficiente e mobilidade zero.

6 – As escolas municipais? Dessas, eu não vou nem falar. Dispensam comentários.

7 – O caic (R$ 1.400 mil) cadê? Ninguém sabe, ninguém viu.

8 – O Transporte Universitário Gratuito ficou só na promessa.

Como se vê onde o deputado colocou o dedo deu errado. Não importa se foi falta de sorte ou de responsabilidade do gestor, o que importa é que a população está prejudicada. Essa é a realidade.

Por isso é hora de mudar.

O Gravataense tem duas opções para escolher um deputado estadual novo, diferente, que ainda não trabalhou por Gravatá para que ele tenha chance de mostrar as suas propostas. Assim o eleitor pode provar que bota lá, mas também tira de lá.

Os eleitores podem votar numa solução caseira, que é a candidatura de Darita, uma candidatura de caráter pessoal de algumas pessoas que foram desprezadas por Bruno depois que ele ganhou a eleição.

O problema é que é muito difícil Darita ganhar a eleição por conta da necessidade da quantidade votos que existe, e ele, infelizmente,  é igual a todos nós, trabalhador, responsável, mas sem dinheiro para gastar e disputar em igualdade de condições com os outros.

A segunda opção para dizer não ao prefeito de Gravatá é votar no candidato de Rafael Prequé, Joaquim Lira que tem uma bagagem política hereditária, o pai é atual prefeito de Vitória de Santo Antão e já foi deputado estadual por várias vezes, facilitando a articulação de Joaquim Lira que assim fica com uma cadeira garantida na Assembleia Legislativa.

Joaquim Lira vai ganhar porque tem história política, tem herança política, tem tradição política e Gravatá vai ter um representante a altura na ALEPE para ajudar a cidade a ter os projetos que estão faltando e terminar as obras dos projetos que foram da época de Waldemar Borges e que estão todos parados.

Por isso o voto da mudança de Gravatá é Rafael Prequé 4055 para federal e Joaquim Lira para estadual 55155. Esta chapa tem projetos para o futuro e o futuro é agora, começamos a plantar agora a semente que vamos colher em 2016.

Diga não a tudo que você acha errado e vote em Rafael Prequé para federal e Joaquim Lira para estadual, esta é a sua resposta para a situação de desemprego na construção civil, para a falta de escolas, para a falta de tudo….

Sindicatos  de Corretores Imobiliários no VI Enbraci

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Reunião da Federação dos Corretores Imobiliários durante o VI Enbraci

O presidente do Sindicato dos Corretores Imobiliários de Pernambuco Paulo Santos marcou presença durante os debates e palestras do VI Encontro Brasileiro de Corretores Imobiliários – Enbraci, do Congresso Intrenacional de Corretores Imobiliários e da III Convensi – Convenção Nacional do Sistema Cofeci-Creci.

No evento aconteceu a reunião da Federação Nacional dos Corretores de Imóveis – Fenaci, comandada pelo presidente Joaquim Ribeiro com todos os presidentes de sindicatos do Brasil, o presidente Paulo Santos foi o porta voz das reivindicações dos corretores pernambucanos e foi dada ênfase à capacitação e qualificação da categoria.

Foi discutida ainda a realização do próximo CONACI, o XXVI, que vai acontecer em Santa Catarina, em 2016, visto ser um evento bianual e o ultimo foi em 2014 em Maceió. Segundo o presidente do sindicato declarou a Rota 232, a qualificação e a capacitação é base para a formação de uma categoria que age com ética, com respeito e com transparência.

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Paulo Santos presidente do Sindimóveis PE com Francisco Rebouças tesoureiro da entidade

Porque votar em Rafael Prequé para federal?

porta a porta de rafaelOra, porque o voto em Rafael Prequé, vice prefeito de Gravatá e candidato a deputado federal representa a mudança?

A única forma do eleitor de Gravatá dizer que não está satisfeito com a atual gestão é dando  seu voto para deputado federal a Rafael Prequé, atual vice prefeito da cidade. O voto em Rafael vai demonstrar que o eleitor gravataense quer mudar e não quer mais saber dessa briga de Joaquim e Bruno, que encheu o “saco” desse negócio de “Azul e Vermelho” que só faz prejudicar Gravatá  e não traz desenvovimento.

A resposta é muito simples se você votar em Sebastião Oliveira que ó candidato de Bruno e ele tiver muitos votos, é como se você dissesse que está gostando da cidade de Gravatá do jeito que ela está. Sem escolas, sem transporte universitário, sem turismo, sem eventos, os serventes, com o comércio fechando as suas portas, sem perspectivas para a construção civil que continua parada e demitindo os pedreiros e com as construtoras indo embora para Chã Grande e para Bezerros. Além de concordar com as denúncias de corrupção do governo feitas pela oposição e que estão no Ministério Público.

Se você votar nos candidato de Bruno, é isso que você estará dizendo que está  tudo bem.

Do mesmo jeito se você votar em Bruno Araújo, candidato de Joaquim Neto, que só apareceu por aqui, porque Sérgio Guerra morreu e ele é o seu substituto oficial, mas que não tem nenhuma história com Gravatá, não tem uma ação para Gravatá e não trouxe nada para a cidade e só vai ajudar a manter esta briga idiota que só faz prejudicar o comércio e só é boa para Joaquim e para Bruno que se dão bem nas negociações políticas.

Portanto só votando em Rafael Prequé é que você dizer que quer dar um basta nas mentiras, nas promessa não cumpridas, na falta de decisões políticas para ajudar o povo de Gravatá a sair dessa crise sem pretendentes onde se fecham mais lojas do que abrem e onde não se sabe onde estão sendo colocados os mais de R$ 10 milhões de reais mensais que acidade recebe.

Eleitor esta é sua oportunidade de votar na única proposta que representa a mudança  para Gravatá. Você foi enganado porque achou que ia acontecer uma mudança com Bruno e foi apenas uma ilusão, você comprou “GATO POR LEBRE” você apostou no 14 com cara de 40 e que virou um “0” (zero) à esquerda.

É só você e a urna no dia da eleição, não precisa de mais nada além do seu voto de protesto e o seu voto de protesto é Rafael Prequé – 4055, um jovem determinado, corajoso, disposto a acabar com esse radicalismo de mentira da política de Gravatá que quer fazer da prefeitura uma bola de “ping-pong” indo para a mão do azul, depois para a mão do vermelho e povo levando as boladas na cara.

Quer mudar? Quer dizer que mudou? Vote em Rafael Prequé para deputado federal 4055.

Amanhã falo dos deputados estaduais Waldemar Borges e Joaquim Lira.

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Presidente do Cofeci com medalha de Honra ao Mérito

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João Teodoro recebendo a medalha de Honra ao Mérito

Terminou ontem mais uma edição do Encontro Brasileiro de Corretores Imobiliários – VI Enbraci, que acontece em paralelo com o CIMI que é o congresso Internacional de Corretores Imobiliários e com o Convenci – Convenção Nacional do Sistema Cofeci-Creci.

O evento que começou na segunda 15 e foi até a quarta 17 contou com a presença de mais de quatro mil corretores de todo Brasil que participaram das palestras, encontros, plenárias e discussões de propostas para a categoria.

João Teodoro,  presidente do sitema Cofeci – Creci que reúne a Confederação Nacional dos Conselhos Regionais de Corretores Imobiliários e os Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis destacou a importância do evento para a classe elencando uma série de medidas que foram adotadas para melhorar a vida dos corretores, como a inclusão no Simples Nacional e o direito de usar o FGTS, entre outras.

Ontem, durante a programação da III Convensi, o presidente do sistema Cofeci-Creci foi homenageado pela Sra. Martha Ramirez, presidente da AMPI – Asociación Mexicana de Profesionales Inmobiliarios – que entregou uma medalha de honra ao mérito. Esta medalha é um reflexo do trabalho realizado pelo Cofeci para representar o Brasil no exterior e simboliza o trabalho de todos os corretores de imóveis brasileiros, que são o corpo de trabalho da classe, mostrando ao exterior a importância do mercado imobiliário nacional.

Globalização e seus efeitos

Eliezer Andrade

Eliezer Andrade

Globalização é um fenômeno atrelado à esfera da economia que atua com a pretensão de integrar-se em escala mundial.  Estudiosos falam e escrevem muito sobre globalização, mas ninguém encontra definição convincente. Alguns economistas e sociólogos apresentam suas teorias, enquanto que jornalistas e cientistas políticos as comentam.  Para outros, entretanto, globalização não passa de um flagelo destruidor de relações sociais, sinônimo de opressão, de escassez de recursos e de exclusão social. Enfim, globalização nada mais é do que uma marca característica dos tempos modernos que opera no mundo capitalista onde se encontram os materialistas compulsivos.

Um pouco de observação mostra que o fenômeno da globalização não é um processo criado formalmente que vem e se instala regido por determinadas regras, mas resulta de negociações naturais entre países de forte economia que pretendem fortalecer seus mercados. É um processo que vem se desenvolvendo desde o pós-guerra e, paulatinamente, vai se instalando e fazendo jus ao seu nome.  É como diz o economista Paul Israel Singer, 82, austríaco naturalizado brasileiro em 1954:  “É um processo de reorganização da divisão internacional do trabalho, acionado em parte pelas diferenças de produtividade e de custos de produção entre países”.  Vista por esse ângulo, a globalização se por um lado tem pontos positivos, por outro lado apresenta pontos negativos que muitos entendem como um mal necessário.

É difícil entender como boa, a participação de país de terceiro mundo submetido aos desígnios da globalização sem ter que enfrentar a exclusão social, cuja tendência das potências capitalistas é sugar e sucatear.  Um dos grandes problemas impostos pela globalização é o da maximização da pobreza e da exclusão social que envolve cor, falta de escolaridade e de qualificação formal.  Vez por outra se comenta que determinado país mantém suas indústrias em países de terceiro mundo em razão de mão-de-obra barata.  Preconceitos, pobreza e exclusão social são características da globalização.  Um dos aspectos marcantes da sociedade global é que ela prepara seres humanos com prazo de validade, porque o que é visado é o mercado consumidor e não o ser humano.  E nessa relação consumista, o homem que é um consumidor voraz, passa a ser também um produto de consumo.  Pela influência do meio, o homem se transforma num mero “produto”, onde por qualquer preço está aceitando oferta de trabalho por não ter qualificação e a tendência é de se deixar escravizar pelas estruturas corruptas.

David Lyon, sociólogo escocês, conhecido por seu trabalho em estudos sobre globalização e pós-modernismo, diz que:  “O pós-moderno é corretamente relacionado com uma sociedade em que os estilos de vida do consumidor e o consumo de massa dominam a vida de seus membrosA moda e o gosto são ecléticos.  Valores e crenças perdem qualquer sentido de coerência, sem mencionar o de continuidade, no mundo de escolha do consumidor, de mídia múltipla e de modernidade globalizada”.

Enfim, o que pretende a sociedade global do pós-modernismo, é alimentar a mundialização do capitalismo escravizando o ser humano porque cada vez mais necessita de amplos mercados consumidores.

Por Eliezer Andrade

QUER CONHECER O LÍDER? OLHE PARA SUA EQUIPE!

Toda equipe espelha o que seu Líder é!

Por mais que isso incomode, já passa da hora de todo profissional que exerce algum nível de liderança ou se propõe a servir como líder, olhar para esse importante aspecto. Tal atitude positiva e amadurecida de olhar para si, buscando conhecer os impactos da sua forma de ser e agir com o mundo, com as pessoas, é revolucionário para o autodesenvolvimento.
É recorrente, ao atender gestores, coordenadores, diretores, gerentes, enfim, profissionais que ocupam posições de liderança, e ouvir queixas do tipo: “Minha equipe é desorganizada, o que faço para mudar isso?” ou “Minha equipe é rebelde, indisciplinada, preciso saber comandar mais, mas como?”… e por aí vai-se um rosário de lamentações e preocupações muito comuns entre os líderes. E estão sendo sinceros sim. Esses desafios afligem as empresas e boa parte das organizações humanas, a começar pela família…

Percebo que muitos ficam chocados quando se dão conta que a mudança deverá se operar a partir deles…ficam maravilhados, pouco tempo depois, quando começam a mudar seus hábitos e adotar atitudes mais condizentes com o serviço da liderança (porque liderança é servir, quem não compreende isso continuará condenado nos labirintos das incertezas e das turbulências), e percebem as pequenas e grandes mudanças nos liderados.
Magia? Não. Conhecimento das sutis leis que regem as relações com as pessoas aplicadas na arte da liderança (liderança tem beleza, harmonia, ritmo, afinação, formas, cores, suprema arte de influenciar pessoas!).

Claro que o grande desafio não é demonstrar que a equipe reflete o que seu líder é. Isso é óbvio. Se quer conhecer um líder, olhe para sua equipe. Líder desleixado, equipe desorganizada. Líder infantil, que toma decisões em seu ego criança, cheio de ressentimentos e mágoas desfigura a sua equipe, tornando-a irresponsável, birrenta, insegura, inconstante e pouco confiável para tarefas sérias e decisivas para a empresa. O líder infantil habitualmente “terceiriza” a culpa, transfere a responsabilidade pelos fracassos para a equipe. O líder infantil usa de chantagens emocionais com sua equipe, quase sempre sendo o maior fofoqueiro de todos, espalhando comentários contra liderados e plantando, ainda mais fundo, um ambiente de instabilidade e insegurança. O líder pouco amadurecido é um desastre para a organização, por isso mais espaço neste texto para dissecar um pouco de sua psicologia perversa e egocentrada.

Porém, voltemos nosso olhar para os líderes centrados no bom-senso, na maturidade: suas equipes são produtivas, motivadas, seguras, competentes, dispostas a aprender continuamente… Líderes amadurecidos, que servem com alto profissionalismo à organização e à sua equipe são admirados pelos liderados, são respeitados mesmo quando não estão presentes e, mais ainda: quando deixam suas equipes, os liderados continuam sendo admiradores porque vivenciaram valores e viram os exemplos desses líderes conscientes de seus papeis.

Portanto, quer conhecer o líder? Olhe para sua equipe e lá verá espelhado o que o líder é e qual seu nível de amadurecimento humano e quais são seus grandes valores, sua visão e seus ideais de serviço e de transformação de vidas pelo caminho do Serviço!

 

aluisio alvesPor Aluísio Alves: Treinador de Líderes e Equipes. Palestrante. Educador, Psicanalista e Escritor. Doutor em Educação. MBA em Gestão Empresarial e Administração Hospitalar. Gerente e Diretor do HC Uberlândia (2001-2010).aluisioalves17@gmail.com (34) 8419 0227 (Triângulo Mineiro) e (35) 9148 1762 (Sul de Minas) www.yashimek.com.br -*Associado à Yashimek – Coaching, Palestras & Cursos – Atendimentos em todo o Brasil.

Continua hoje o encontro nacional de corretores de imóveis

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A equipe do Creci PE comandada pelo presidente Petrus Mendonça e por Edineide Carvalho participando ativamente do evento

Hoje é o encerramento do VI Encontro Brasileiro de Corretores Imobiliários, juntamente com o CIMI – Congresso Internacional do Mercado Imobiliário e do 3º Convensi – Convenção Nacional do Sistema Cofeci-Creci.

O especialista em Marketing Gustavo Zanotto faz palestra daqui a pouco sobre as perspectivas para o mercado imobiliário no pós copa do mundo e pós eleições, dois eventos que impactam as transações imobiliárias, analisando as tendências e sugerindo estratégias de comunicação para os corretores.

Acontece também a reunião anual do sistema Cofeci-Creci para definição de metas a serem adotadas em prol da categoria dos corretores de imóveis.

Eleição é momento de decisão pessoal, se você concorda, vota!

A eleição se aproxima e mais uma vez o cidadão fica igual a qualquer outra personalidade, juiz, militar, padre, pastor, presidente da república, etc. São todos iguais perante a lei. O voto iguala, nivela, cria a tão sonhada igualdade.

Nesta eleição os votos que cada um dos candidatos a deputado federal tiver em Gravatá vai mostrar a força de cada líder político. A votação dos deputados federais que foram apresentados pelos principais líderes políticos da cidade vai indicar o grau de satisfação da população com cada um deles.

Pela primeira vez numa eleição em Gravatá vai ser possível avaliar a força de cada grupo através dos votos obtidos na urna pelo candidato a deputado federal, porque não será possível fazer esta medição pelos votos da disputa de outros cargos majoritários por estarem muito misturados.

Os votos para deputado federal não. Estes serão separados por que cada líder tem o seu próprio candidato e assim poderemos saber quem tem o apoio da população.

O candidato a deputado federal da família de Prequé é o próprio Rafael que é o atual vice-prefeito da cidade e está rompido com o atual prefeito.

O  candidato a deputado federal do prefeito Bruno Martiniano é Sebastião Oliveira:

O do ex-prefeito Joaquim Neto é Bruno Araújo.

O de Fernando Pinheiro, padrinho político de Agostinho e Darita, que é Jorge Corte Real.

O do ex-prefeito Ozano Brito é Luciana Santos, embora nesse caso exista o apoio de Doca da Cavalhada que se mistura com o de Ozano e aí não fica muito calara a força de Ozano.

Por isso, que a única votação que vai demonstrar a força de cada um isoladamente é a votação para deputado federal. Não adianta avaliar pelos deputados estaduais, governador ou senador, porque não há uma distinção clara de um desses candidatos com um grupo determinado.

Assim a votação de Paulo Câmara ou Armando Monteiro, ou ainda para senador e para estadual não podem ser atribuídas a apenas um grupo, em função de que tem muita gente que não pertence a um grupo ou outro e que vai votar nestes candidatos.

Por exemplo, tem muita gente apoiando e votando em Amando Monteiro e Darita apenas para derrotar os candidatos de Bruno e muita gente votando em Waldemar Borges pelo que ele “trouxe” para a cidade.

Portanto no dia 5 de outubro vamos saber se a população de Gravatá vai votar em Rafael Prequé, Sebastião Oliveira, Bruno Araújo, Jorge Côrte Real ou Luciana Santos, a diferença de um para o outro vai indicar ainda que não seja de forma científica uma preferência por um outro grupo.

Portanto, caro eleitor o seu voto para deputado federal nesta eleição é o mais importante porque vai mostrar se você concorda com tudo que a atual gestão vem fazendo ou não.

Como será o nosso amanhã?

Eliezer Andrade

Eliezer Andrade

Falando das promessas consoladoras para Sião, o profeta Isaías escreveu o seguinte:  “Por isso, o SENHOR espera, para ter misericórdia de vós, e se detém,  para se compadecer de vós, porque o SENHOR é Deus de justiça;  bem-aventurados todos os que nele esperam”  (Isaías 30.18).

Envolvido com as facilidades do sistema, ilhado por um rosário de regras impostas pela sociedade, fica difícil o homem da pós-modernidade entender a vontade de Deus e nEle esperar como um amigo capaz de colaborar para a solução dos seus problemas.  A misericórdia de Deus e sua compaixão pelo homem são equilibradas.  Elas interagem com Sua justiça e com o fato dEle ser exalçado.

Para que o homem possa esperar em Deus, não deve estar preocupado somente com o agora, não deve agir mecanicamente ou pensar aleatoriamente, mas tudo deve fazer racionalmente, com uma visão futurista tranqüila, sem receio de conseqüências drásticas.  Vê-se que qualquer pessoa almeja uma vida prazerosa, porém agindo mecanicamente, está semeando ao vento e não colherá outra coisa senão tempestade.  Há um Provérbio que diz:  “Porque deveras haverá bom futuro;  não será frustrada a tua esperança”  (Provérbios 23.18). Este versículo provê a perspectiva de que todos precisam de sucesso atual não como um resultado definitivo.  A expressão “bom futuro” pode ser interpretada como futuro glorioso que está reservado a todos os justos que depositam sua fé em Cristo Jesus.  A vontade de Deus se fundamenta no caráter dEle.  Deus é bom e deseja que sejamos bons.  Deus é justo e deseja que sejamos justos.  O que acontece ao homem se provar desse caráter de Deus?  Ele precisa agir como Jesus agiu para torná-Lo conhecido através de si, nos seus relacionamentos.  Por isso, o homem tem que andar com Deus.  O homem não tem que permitir que a vida o leve, ele é quem deve levar a vida.  Nossa vida se resume em duas coisas:  em realizações ou em desculpas.  Assim, Deus espera agora que trabalhemos, que amadureçamos na fé porque é Ele quem está preocupado com nosso futuro.

Todo jovem almeja um futuro brilhante através do estudo e do trabalho, mas se desde cedo se envolve com más companhias, a tendência é seguir o lado mau, o lado dos vícios em geral e da criminalidade.  Para vencer nas diversas áreas da vida, o jovem tem que renunciar aos maus caminhos e adotar em sua vida uma firmeza de princípios, a fim de enfrentar as armadilhas que levam à destruição.  São os princípios que mudam nossas vidas e não o que pensamos ou o que achamos. A Bíblia mostra a história de homens que andaram com Deus e foram contemplados com Seus benefícios, mas no final enveredaram por caminhos tortuosos que os levaram à destruição.  O homem cresce quando anda no caminho certo.  Muitos acreditam que o dinheiro resolve qualquer situação, mas é engano.  O dinheiro compra remédio, mas não compra saúde;   compra bajuladores, mas não faz verdadeiros amigos;  compra uma boa causa, mas não compra a tranqüilidade;  compra o conforto, mas não compra a paz interior.  O homem tem que parar de olhar para fora e começar a olhar para dentro porque para onde o homem está olhando, é que determina para onde ele está indo.

 

Por Eliezer Andrade