COLUNA SEMANAL CRECI-PE

Coluna Creci 28-11-2014

ASPECTOS POUCO PERCEPTÍVEIS DA DINÂMICA DA EMPRESA

Ao chegar, mais uma vez a um final de ano, é comum para as pessoas fazerem uma análise, uma espécie de balanço das estratégias e resultados, das conquistas e das perdas e, claramente, propor novas formas de atuar no futuro.  Nas organizações de trabalho esse movimento é, ainda, mais frequente devido à natureza empreendedora  de todo negócio.

Líderes de todos os níveis hierárquicos, de empresas dos mais variados ramos de negócios e profissionais responsáveis por educação corporativa, capacitação e treinamentos, tem a forte percepção de que, mesmo investindo em atividades tradicionalmente consagradas para o desenvolvimento profissional, os resultados, lamentavelmente, não correspondem às necessidades da empresa no que tange a comportamentos, hábitos e atitudes profissionais.

Quais seriam as possíveis causas?

Variados fatores podem ser percebidos para elucidar  os motivos desse desencontro entre os investimentos em treinamentos e os resultados práticos para as equipes e empresas. Entretanto, mesmo que todas as causas forem claramente identificadas, não resolverão o verdadeiro desafio: a frustração das empresas continuarão, e isso poderá  ser sentido, medido, pelos efeitos em seu cotidiano, suas rotinas e, obviamente, nos resultados quantitativos e qualitativos.

Pois bem: o que fazer para não cair novamente nesse ciclo vicioso de baixos resultados?

O que descobri nesses mais de 30 anos de formação, treinamentos recebidos e ministrados, nos contatos diários com empresas e líderes  é que está no momento certo de lançar mão de conhecimentos e recursos diferentes dos que aí estão disponíveis. Mas isso traz, de imediato, um desafio: O QUE e COMO?

Assim, após esse tempo razoável de estudos e práticas, sobretudo, enquanto gestor e líder em várias oportunidades, me capacitei enquanto treinador de pessoas, na abordagem sistêmica, na linha específica de percepção do alemão Bert Hellinger. Foram bons anos de treinamento, pesquisas e estudos que ainda se fazem continuamente presentes em minha vida profissional.

As descobertas de Hellinger e seu método, inicialmente aplicado para o universo das relações familiares, se confirmam fortemente como recursos para ajudar as empresas a tocar mais profundamente nos laços profissionais ou, em outras palavras, na motivação dos profissionais, no sucesso empresarial, na maior leveza nos processos sucessórios, nas relações entre sócios, na solidez e qualidade dos resultados, nos negócios com fornecedores e clientes.

A abordagem sistêmica que tenho levado ao interior das empresas, no atendimento particular a gestores e líderes, aos grupos e equipes, tem trazido rápidos reposicionamentos e resultados concretos porque os profissionais passam a ter uma percepção mais clara e profunda do que significa fazer parte de um projeto empresarial, de contribuir com a organização em que estão inseridos.

Questões mais profundas vem à tona no que toca à biografia da empresa, os fundadores, os colaboradores e a identidade da organização. Isso é decisivo quando abordamos resultados, repercussões de capacitações e treinamentos. É um método que permite a todos  os que compõem a empresa terem um novo olhar para si, para a empresa e para as sutis relações que ocorrem nesse cenário, assim como renovar a percepção dos serviços, produtos e, claro, dos seus clientes a quem servem com sua competência profissional e seus talentos pessoais.

Ainda voltarei a propor mais diálogo e reflexões sobre este tema, Leitores!

 

aluisio alvesPor Aluísio Alves: Treinador de Líderes e Equipes. Palestrante. Educador, Psicanalista e Escritor. Doutor em Educação. MBA em Gestão Empresarial e Administração Hospitalar. Gerente e Diretor do HC Uberlândia (2001-2010).aluisioalves17@gmail.com (34) 8419 0227 (Triângulo Mineiro) e (35) 9148 1762 (Sul de Minas) www.yashimek.com.br -*Associado à Yashimek – Coaching, Palestras & Cursos – Atendimentos em todo o Brasil.

Empreendimento Alto Indianópolis

Palestra: Tendências do Mercado Imobiliário do Agreste

O jornalista, escritor, corretor perito avaliador, Tomaz de Aquino, estará proferindo a palestra: Tendências do Mercado Imobiliário do Agreste.

Local: Restaurante Boi e Brasa 
Av. dos Estados, S/N – Caruaru

Data: 18 de dezembro
Hora: 18h

R$ 50,00 – jantar incluso (bebidas e sobremesas não inclusos)

PALESTRA

3 tipos de influência que o cliente sofre antes de comprar o imóvel

Se você embarcou na profissão de corretor de imóveis, precisa estar bem ciente de que a tarefa de vender produtos de altíssimo valor não é fácil, mas é possível desde que você esteja preparado para lidar com inúmeros aspectos que influenciam o comprador.

Digo isto porque é fato que o corretor sempre está lidando diariamente com objeções como: preço, localização, tamanho do imóvel e tantos outros argumentos que atrapalham o fluxo da venda. O que talvez você não saiba é que durante a tomada de decisão, o cliente sofre três tipos de influências que podemos classificar como: pessoais, psicológicas e sociais:

Influências pessoais – Renda, idade e sexo formam o conjunto de influências pessoais que interferem na aquisição do imóvel. Por exemplo, a renda é um delimitador do tipo de imóvel que a pessoa poderá comprar. A idade interfere na localização; talvez os jovens queiram morar no litoral e os de mais idade prefiram o interior. Mulheres preferem casas espaçosas para acolher a família.

Influências psicológicas – Experiências passadas, personalidade, crenças e percepção definem como o cliente se comporta no momento de adquirir o imóvel. Se a pessoa teve problemas com o corretor ou conhece alguém que passou por uma dificuldade ao adquirir o imóvel tende a ser mais cética diante do que o corretor diz. A personalidade também influencia. Pessoas ranzinzas e retraídas dificultam o diálogo. A crença de que o país está em crise, diante de uma notícia citada no telejornal gera um empecilho para a aquisição do imóvel.

Influências sociais – São formadas pela cultura, classe social, amigos e família. O círculo social influencia no tipo de imóvel, localização e valor do investimento, pois as pessoas querem parecer com aquelas com quem convivem. O nível cultural e de conhecimento influencia no acabamento definido para o imóvel, decoração e outros fatores. Vale lembrar que não estou generalizando e dizendo que todos os clientes pensam da mesma maneira, mas posso afirmar que a maioria das pessoas são conduzidas de acordo com a influência que sofrem em seus ambientes e suas decisões são baseadas nisto. Um abraço, boas vendas e até a próxima!

Por André Vinícius

Coluna semanal do Mercado Imobiliário: Por Tomaz de Aquino (22/11)

Leia a coluna semanal deste sábado (22/11), Mercado Imobiliário, escrita pelo jornalita Tomaz de Aquino para o Jornal Vanguarda.

coluna 22.11vanguarda

Clima organizacional e seus efeitos nas equipes

Em um cenário competitivo cada vez mais acirrado em que o tempo quase sempre se revela insuficiente para tantas tarefas e atividades da rotina profissional, criar e preservar um clima organizacional positivo é um imperativo.

Os Líderes, pressionados pelas metas cada vez mais exigentes, pelo turnover crescente, pelo número insuficiente de profissionais, nem sempre percebem o quanto tem valor um ambiente que promova melhores relações, mais satisfação dos colaboradores.

Embora possam ser elencadas justificativas intermináveis para que o líder não dê a devida atenção ao clima organizacional adequado ao bom desempenho profissional, é inaceitável, na atualidade, que deixe de atuar decisivamente nesse quesito.

O clima organizacional reflete muito o influência do Líder. Se o Líder se mantém equilibrado, isso é transmitido para os liderados e isso torna-se uma preciosidade, um valor a ser preservado por todos. Líder que não se atenta para a importância do clima psicológico na empresa,  está, perigosamente, levando sua Equipe para um colapso ou para um enfraquecimento totalmente desnecessário.

O clima organizacional é o que mais atraí candidatos para trabalhar em determinadas empresas e, ao mesmo tempo, mantém comprometidos os profissionais que integram sua equipe. Podemos afirmar que um bom clima organizacional é uma espécie de salário indireto e muito valorizado pelos colaboradores.

Até aqui o objetivo foi, em poucas palavras, realçar o valor do clima organizacional e o quanto é fundamental que o Líder invista nesse ambiente psicológico no interior da empresa, visando o bem-estar dos profissionais. Na incrível obra Introdução à Teoria Geral da Administração, de Idalberto Chiavenato, é destacada a necessidade de participação, do contato humano, do quanto o comportamento em grupo é um fator de agregação ou desagregação, segundo estudos de Elton Mayo.

O Líder que, porventura, ainda estiver preso no ceticismo dos impactos positivos que advém da humanização da empresa, considere o quanto o ser humano está mergulhado numa teia de exigências e desafios existenciais que – em grande número – as empresas, o ambiente de trabalho são os únicos portos seguros, as únicas oportunidades que tem para se sentir pessoas pertencendo a um grupo, buscando mais do que salários, mais do que simplesmente o vínculo empregatício…buscam motivação para suas vidas!

Esse quadro global se apresenta como gigantescas oportunidades para os Líderes desenvolverem habilidades e atitudes e excelentes projetos de criar, manter e aperfeiçoar um ambiente humanizado em conjunto com seus liderados, um clima organizacional que, verdadeiramente, gere nos profissionais um desejo de estar na equipe no dia seguinte, nos novos desafios que o mercado apresenta!

 

aluisio alvesPor Aluísio Alves: Treinador de Líderes e Equipes. Palestrante. Educador, Psicanalista e Escritor. Doutor em Educação. MBA em Gestão Empresarial e Administração Hospitalar. Gerente e Diretor do HC Uberlândia (2001-2010).aluisioalves17@gmail.com (34) 8419 0227 (Triângulo Mineiro) e (35) 9148 1762 (Sul de Minas) www.yashimek.com.br -*Associado à Yashimek – Coaching, Palestras & Cursos – Atendimentos em todo o Brasil.

Congresso de corretores imobiliários é sucesso com casa lotada

cong 10O 1º Congresso Regional de Corretores de Imóveis que começou ontem e vai até hoje, no auditório da Faculdade de Administração surpreendeu até mesmo os organizadores do evento o Creci em parceria com a ADMtec e com a FCAP/UPE, com mais de 500 inscritos e um auditório superlotado.

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Marcos Meira diretor da FCPA/UPE

O diretor da FCAP/UPE, Marcos Meira, fez as honras da casa aos presentes destacando  a importância do evento e reforçando ser a UPE a única entidade a colaborar com o desenvolvimento e a qualificação profissional da categoria.

Já o presidente do sistema Cofeci – Creci, João Teodoro, lembrou da importância do corretor de imóveis no mercado e da participação do setor no PIB brasileiro, fez um balanço de como anda o segmento e quais as expectativas para o próximo ano.

O presidente do Creci, Petrus Mendonça, que deu uma nova imagem a entidade, transformando-a num órgão sempre preocupado com a profissionalização e a lisura nos desenvolvimentos dos negócios imobiliários mostrou o que exige a legislação para que se tenha uma transação dentro das exigências legais e feita com profissionais devidamente habilitados.

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Petrus Mendonça presidente do Creci

“Este foi o primeiro congresso de corretores de imóveis de Pernambuco. Que foi organizado e saiu do papel, graças ao empenho da diretoria que se dedicou e mesmo com curto prazo conseguiu fazer um evento que será o início de muitos outros e muito maiores do que esse. Agradecemos a todos que acreditaram e desejamos sucesso aos participantes, dizendo que  Creci está a disposição de todos os corretores imobiliários de Pernambuco”, disse Petrus.

O diretor da ADMtec José Thomaz e Coordenador de Setorial de Extensão e Cultura da FCAP/UPE apresentou as fases de um processo de marketing positivo num case de sucesso imobiliário – O Reserva do Paiva, mostrando as mudanças no processo comunicacional de um emepreendimento.

Durante o evento o professor Frederico Mendonça disponibilizou os seus livros Administração de Imóveis e Avaliação de Imóveis a fim de que os corretores possam enriquecer as suas vendas e assim melhorar os seus negócios.

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Frederico Mendonça, Tomaz de Aquino, Marcos Meira, José Thomaz e Eugênio Sales

O primeiro grande encontro de corretores de Pernambuco continua hoje com mais três palestras, a primeira começando as 15 horas com o professor Frederico Mendonça, corregedor do Creci junto o Cofeci,  a segunda, às 16h, com José Bryner, professor e administrador de empresas, sobre o mercado imobiliário e as redes sociais e a terceira às 17h com o palestrante Guilherme Machado e consultor coach para o desenvolvimento de empresas.

Portanto, ainda dá tempo de você participar do 1º Congresso Regional de Corretores de Imóveis, que já é considerado como o maior evento imobiliário de Pernambuco.

Quo Vadis?

A expressão latina  “Quo Vadis”  tem sua origem nas Escrituras Sagradas quando o Senhor Jesus falava de Sua morte e ressurreição aos discípulos e, ao mesmo tempo, os confortava mencionando a vinda do Consolador ou Espírito Santo para estar com eles, dizendo:   “Mas, agora, vou para junto daquele que me enviou, e nenhum de vós me pergunta:  Para onde vais?”  (Evangelho de João 16.5).   Assim, a expressão interrogativa  “Quo Vadis?”   tem como tradução, “Para onde vais?”  ou  “Para onde caminhas?”.

  Com os desmandos e os escândalos noticiados todos os dias em nosso País pela imprensa falada e escrita e por outros meios de comunicação, não seria de estranhar que depois de cerca de dois mil anos da morte de Cristo, milhões de brasileiros podem estar repetindo a mesma pergunta:   “Para onde estamos indo?”  ou  “Para onde estamos caminhando?”

Assustado com a falta de vergonha do povo brasileiro e bem assim dos que estão no poder, o psicanalista ítalo-brasileiro, Contardo Calligaris, escreveu uma série de artigos fundamentando   “o comportamento das pessoas em relação à moralidade e mostra que há sociedades reguladas pela vergonha e outras pela culpa”.   No caso dos brasileiros, diz ele, “estes dão um ‘nó’ na antropologia em particular e nas ciências sociais em geral”.   E continua:   “A vergonha é escassa e seria de se esperar que houvesse culpa, mas o sentimento de culpa é abrandado pela impunidade”.  Destarte, de impunidade em impunidade, a culpa e a vergonha vão cauterizando a mente para não se sentir vergonha nem culpa, por mais vergonha e culpada que seja a ação.   Como vergonha e culpa são da condição humana, aquela é conseqüência desta e esta deve nos levar a sentir vergonha.   Na oração do profeta Daniel, ele diz:  “Ó Senhor, a ti pertence a justiça, mas a nós, o corar da vergonha”  (Daniel 9.7).

Quer nos parecer que esta falta de vergonha tem conduzido o homem público brasileiro a sentir prazer em cada erro que comete.   Não se contenta com a posição elevada que alcançou, não se satisfaz com os recheados salários e vantagens que percebe e prefere não resistir às falcatruas que levam à ruína moral.   Não imagina que a sociedade reprova em maior grau a perversidade do sujeito que se utiliza desses meios criminosos sem delimitação precisa.  Desconhece que Deus não existe para satisfazer as ambições humanas, os desejos e os apetites de consumo.  Nunca o Brasil teve proporcionalmente tantos ricos como na atualidade, sendo que grande parte dessa riqueza é de origem nebulosa, injusta e duvidosa.  Alguém já disse que  “O que determina a nossa vitória é o tamanho do nosso adversário”.   Nem sempre o vitorioso foi honesto na sua trajetória, mas venceu pelas facilidades oferecidas.  A ordem é:   trabalho, boa administração e fidelidade porque expectativa não correspondida gera frustração e vergonha.

Tivemos o chamado “mensalão” e agora o “petrolão” que alimentou e continua alimentando  mentes insanas de canalhas  inebriados pela exacerbação da ambição e pelo apoio dos eternos oportunistas sempre a serviço da enganação.  São seres humanos de boa formação acadêmica, que se deixam envolver em seus pensamentos mórbidos e aprendem a gostar das próprias coisas que destroem a paz de espírito.   São idealistas em demasia que desprovidos de ambição racional, querem triunfar pelo caminho mais fácil.    Um homem íntegro deve ser imparcial, inatacável e irrepreensível.  Falta de integridade nada mais é do que não querer entender os deveres e responsabilidades sociais.  Enquanto o grupo criminoso envolvido nos escândalos da Petrobras, Petrolão e quem sabe, da Eletrobras se espreme para tentar enganar a Justiça e a sociedade, poderíamos repetir:    “Para onde estamos indo?”

 

Por Eliezer Andrade

1º Congresso Regional de Corretores de Imóveis

Ainda dá tempo de você participar, Corra!

Começa daqui a pouco o 1º às 14 horas na Faculdade de Administração de Pernambuco – FCAP/UPE o 1º Congresso Regional dos Corretores de Imóveis de Pernambuco.

O evento é uma parceria do Creci com a ADMTec e visa oferecer aos corretores de imóveis do estado a oportunidade de aperfeiçoarem seus conhecimento e assim melhorarem os seus negócios.

A qualificação profissional é uma das prioridades da atual gestão do Creci que vem desenvolvendo ações que possam contribuir para dar uma qualidade melhor ao mercado.

Confira a programação do  congresso:

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