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Vacina anticrise para o corretor imobiliário – tome todo dia

Condomínio Ipojuca em CaruaruAgora que a Copa do Mundo terminou os pessimistas de plantão voltam a falar em crise do mercado imobiliário, em bolha imobiliária, em dificuldades e por aí vai uma série de desculpas para não inovar, para não investir em novos modelos de comunicação e fazer a diferença, saindo de uma situação de estagnação para outra de pleno crescimento.

Você que é corretor deve fazer anualmente o seu checkup de saúde profissional fazendo exames regulares de posturas, conversas infrutíferas, ações que devem ser implementadas, decisões que precisam ser tomadas, a fim de saber se você está bem para enfrentar os problemas do mercado.

Problemas de mercado vão existir sempre e vão acontecer a toda hora, todo dia e todo ano, e todo setor e em todo lugar. Sendo assim, não adianta ser contaminado pelo vírus da desesperança, da falta de fé, do descrédito e da ansiedade. Este vírus entra pelo ouvido, vai para o coração e se aloja no cérebro, destruindo qualquer vontade, inibindo qualquer estímulo para mudar uma situação.

Se você foi contaminado pela síndrome da bolha ou pelo vírus MIFU – Mercado Imobiliário Sem Futuro então você tem que tomar a vacina contra o MIFU que está virando uma epidemia. Esta vacina ela age em cinco etapas:

1 – Evite os boatos
Além de não querer ouvir as fofocas de ninguém, você também não deve replicar os boatos e as mentiras que muita gente inventa por falta de dados concretos do mercado. É um que chega dizendo que não vendeu nada e muitas vezes é mentira porque ele vendeu alguma coisa. É outro que conta histórias fantásticas de pessoas e negócios inexistentes apenas para dar sustentação a argumentos sem sentido e fracos do ponto de vista de comprovação. Dessa forma cheque tudo, analise tudo, comprove tudo e não perca tempo com esses mentirosos e fofoqueiros de plantão.

2 – Parta para o ataque
O clima de tensão provocado pela queda de um determinado volume de vendas num período específico, em geral leva o profissional a pensar que aquele quadro é definitivo e desanima e não cria, e não toma novas atitudes. Se o mercado está fraco é a hora de você provar que é forte, ocupar espaços e desenvolver novas formas de comercialização. Quem disse que só se vende imóvel durante o dia, num estande, através de um folder, etc., encontre novas alternativas.

3 – Falsa competitividade
O vírus MIFU ainda provoca uma outra situação que é o de acreditar nas mentiras dos megalomaníacos que vendem cem, duzentos imóveis por mês e na maioria das vezes não vendeu nada. Nunca acredite que ninguém vende mais do que você. Acredite que o prédio que você diz que não vende nada, no futuro vai estar todo habitado, significando que vendeu tudo e aí qual a desculpa que você vai dar a você mesmo, quando passar na frente dele e ver que outro ganhou a comissão. Acre em asachegadite em você e não nos outros.

4 – Cair Fora
Muitos corretores em casa e dizem as suas esposas: “Vou cair fora”. Não tá dando mais. E toda esta descrença é baseada em falsos acontecimentos. Se fosse verdade que ninguém está vendendo nada, o mercado imobiliário já tinha sido extinto. Portanto, antes de pensar em sair, pense que você pode transformar a situação, apresentar novas ideias e trabalhar com garra para superar a dificuldade.

Estas são as quatro etapas do vírus MIFU e a vacina anticrise é composta de:

a)      Combate a fofoca;

b)      Lutar sempre;

c)       Acreditar só em você;

d)      E permanecer com garra e vontade.

Tome a sua vacina anticrise e se torne um corretor de sucesso. Você pode!

As duas palavras que Steve Jobs mais odiava

Em uma nova entrevista da ex-vice-presidente do setor de Comunicação de Marketing Internacional da Apple, Allison Johnson, descobrimos mais um pouco da cultura que Jobs implementou na companhia de tecnologia

Sempre descobrimos coisas surpreendentes quando temos a chance de ouvir depoimentos de quem trabalhou com Steve Jobs, na Apple. Em uma nova entrevista da ex-vice-presidente do setor de Comunicação de Marketing Internacional da Apple, Allison Johnson, descobrimos mais um pouco da cultura que Jobs implementou na companhia de tecnologia.

Trabalhando na Apple entre 2005 e 2011, Johnson era uma das poucas pessoas que tinha contato direto com Steve Jobs. De acordo com ela, as duas palavras que ele mais detestava eram “marca” e “marketing”. “Na cabeça dele, as pessoas associavam ‘marca’ com anúncios de televisão e coisas artificiais. A coisa mais importante era a relação das pessoas com o produto”, ela lembra.

Sobre marketing, Johnson diz que, para Jobs, “marketing é quando você tem que vender para alguém. Se você não está fornecendo nenhum valor, se você não está educando essas pessoas sobre o produto, ou ajudando-os a aproveitar o máximo do produto, você está vendendo. E não é assim que as coisas deveriam ser.”

A entrevista completa de Allison Johnson pode ser assistida no vídeo abaixo:

As duas palavras que Steve Jobs mais odiava – Notícias – Negócios – Administradores.com

ÉTICA: PALAVRA DE ORDEM A SER TAMBÉM PRATICADA PELO PROPRIETÁRIO DO IMÓVEL

O inc. II do art. 5º. da Constituição Federal é preciso:

II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;

Portanto, o alienante não é obrigado a contratar Corretor de Imóveis para vender o seu patrimônio. Se essa for a sua decisão, ele terá que ter a postura ética de avaliar sozinho o seu imóvel, pagar sozinho os anúncios, arcar sozinho com as despesas de ligações telefônicas e de deslocamentos, abrir mão de seu horário de descanso e lazer, expor-se sozinho quando das visitas dos pretensos candidatos à aquisição, redigir sozinho o recibo de sinal e princípio de pagamento, ter consciência das consequências da escolha entre as arras confirmatórias e penitenciais etc.

Ele, porém, não poderá usar o tempo, o conhecimento técnico do Corretor de Imóveis e, o pior, gerar despesas contra este, para depois negar o pagamento da comissão, dos honorários ou, como diz o Código Civil, da remuneração.

A magistratura nacional precisa atentar para essa consolidada prática, que fere o Princípio da ETICIDADE, da BOA-FÉ, entre outros, todos consagrados pela Constituição Federal, pelo Código Civil e pelo Código de Defesa do Consumidor.

Paulo Roberto Xavier
Pág. 41 do livro de bolso “COMPRA E VENDA DE IMÓVEIS: conscientize-se!” de autoria de Paulo Roberto Xavier, o qual foi transformado no curso a distância para todo o Brasil constante do link
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=654387797973507&set=a.220389834706641.53708.100002068793335&type=1&theater

VIVARIANO: ARIANO NÃO MORREU


VIVARIANOAriano não morreu. Porque só morre quem não viveu!

Por isso Ariano vai…

Acordar em cada livro seu que for aberto
Brincar em cada filme seu que for assistido
Declamar no canto armorial ensaiado
Cantar em cada áudio que for ouvido
Se amostrar nas fotos que forem exibidas
Gemer em cada aboio que for repetido
Porque como um gato ele tem sete vidas.
Vamos só dar adeus
Sem choro, nem vela
como também quis o Noel
Assim ele estará sempre presente
no meio de sua gente que tanto amou
No seio de sua terra que tanto cantou

Posso financiar a dívida do meu apartamento com um banco?

Internauta comprou um imóvel na planta e quer financiar o saldo devedor com um banco para quitar a dívida com a construtora. Veja o que ela deve levar em conta para fazer a operação

predios

Comprei um apartamento na planta em fevereiro de 2012 por R$ 225 mil. Já paguei R$ 102.047,54 e ainda restam R$ 169.729,42 para pagar. Eu consigo financiar este valor no banco para quitar minha dívida com a construtora? Minha renda fixa é de R$ 3.779,35. Além disso, quando eu entro no financiamento, tenho que pagar mais alguma coisa do imóvel? A previsão de entrega é em novembro de 2014.
Resposta de Angela Costa*

Sim, é possível você financiar o saldo devedor com um banco para realizar a quitação com a construtora. Vale lembrar que esse valor que você informou sofrerá reajustes pelo INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) até a entrega das chaves.

No entanto, sua renda comporta, no máximo, um financiamento de R$ 110 mil (financiamento de 35 anos pela Caixa, no sistema SAC). Portanto, será preciso que você componha a renda com algum familiar para conseguir alcançar o valor que vai precisar.

Além disso, você terá que pagar o ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis), cartório e custos com o financiamento. Essas despesas costumam ficar em torno de 4% do valor do imóvele devem ser pagas à vista. Alguns bancos permitem que o valor seja reembolsado após o registro do contrato de financiamento.

Sua situação merece atenção. Solicite à construtora uma planilha com o saldo devedor atualizado. Depois verifique se consegue alguém da família para compor renda com você.

Caso não consiga, talvez o caminho seja vender algum outro bem, ou resgatar um investimento, para que possa diminuir o valor do financiamento. Em última hipótese, a opção é vender o imóvel resgatando parte do que já investiu, transferindo a dívida para o novo comprador.

* Angela Costa é diretora da Associação Brasileira dos Correspondentes de Empréstimo e Financiamento Imobiliário (Abracefi)
Perguntas, críticas e observações em relação a esta resposta? Deixe um comentário abaixo!

Envie suas dúvidas sobre financiamento de imóveis para seudinheiro_exame@abril.com.br.

Ariano Suassuna um homem que ama a vida

ariano“É claro que, objetivamente, eu sei que vou morrer. Não sei se você já notou, mas nenhum de nós acredita que morre, o que é uma bênção. A gente se porta a vida toda como se nunca fosse morrer, o que é muito bom. Porque se a gente for pensar na morte como uma coisa fundamental, inevitável e próxima, a gente vai perder o gosto de viver, vai perder o gosto de tudo. Pensar que vai morrer prejudica um pouco a qualidade de vida, e eu sou um apaixonado pela vida, amo profundamente a vida. Olhe que essa maldita tem me maltratado, mas eu gosto dela”

Ariano Suassuna
‪#‎ForçaAriano‬

Fonte:Diário Diario de Pernambuco

Regional Remax RN promove curso a distância

top 5 remax

Confira o ranking TOP Remax do primeiro semestre/14.

Curso a distância

Faça sua inscrição para o treinamento à distância do iLIST, ministrado pela regional RE/MAX RN de 28 a 01 de julho. O treinamento visa a formação inicial do corretor no uso das mais diversas ferramentas tecnológicas disponibilizadas pela RE/MAX. Potencialize suas vendas, maximize os resultados aderindo aos sistemas e ferramentas que fazem da RE/MAX a maior franquia imobiliária do mundo, presente em mais de 97 países.

Neste treinamento, abordaremos:

- Contatos;
- Imóveis;
- Agenda;
- E-mail no iLIST;
- Pesquisa dinâmica:
- iMarketing;
- Gerenciador de referências;
- Relatórios;
- Administração;
- Relatório de transações;
E muito mais.

 

Data do evento

28/07/2014 – 01/08/2014 às 09:00

Local do evento

Ambiente de Treinamento de Ensino à Distância

Virtual

, Natal – Rio Grande do Norte

 

LAUDÊMIO – Definição e Prática

1. DEFINIÇÃO

Laudêmio é uma taxa a ser paga à União quando de uma transação com escritura definitiva de compra e venda, em terrenos de marinha. As taxas de ocupação ou foro são pagas anualmente, divididas em cotas.

Os possuidores de imóveis localizados em áreas de marinha dividem-se em dois tipos: OCUPANTES (tem apenas o direito de ocupação e são a maioria) e os FOREIROS (os que têm contratos de foro e possuem mais direitos que o ocupante, pois têm também o domínio útil) – estão incluídos nessas categorias os moradores da Baixada Santista e demais cidades brasileiras.

Conforme Decreto-Lei nº 9.760/1946, são terrenos de marinha em uma profundidade de 33 metros, medidos horizontalmente para a parte da terra, da posição da linha da preamar-média de 1.831: a) Os situados no continente, na costa marítima e nas margens dos rios e lagoas, até onde se faça sentir a influência das marés; b) Os que contornam as ilhas, situados em zonas onde se faça sentir a influência das marés.

Na Baixada Santista há cerca de 40 mil imóveis que estão sujeitos ao pagamento do laudêmio. A taxa de laudêmio corresponde a 5% do valor atualizado (valor venal ou de mercado) do domínio pleno do terreno e das benfeitorias nele construídas. A taxa de ocupação é de 2% e a taxa de foro é de 0,6% sobre essa mesma base. A maior parte, cerca de 90%, dos imóveis são onerados com a taxa de ocupação.

A Secretaria do Patrimônio da União, órgão que trata dessa área, está vinculada, atualmente, ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Seu site é www.spu.planejamento.gov.br

2. NA PRÁTICA

O comprador, ao adquirir um imóvel situado em terreno de marinha, além das precauções normais que deve tomar quando adquire um imóvel, deverá, também, verificar se o vendedor já está inscrito e, conseqüentemente, já tem o RIP (Registro Imobiliário Patrimonial) na Secretaria do Patrimônio da União. Caso já tenha o RIP, verificar se as taxas de ocupação/foro estão em dia nos seus pagamentos. Caso o vendedor ainda não esteja inscrito, apesar de possuir escritura ou outro título representativo, o comprador deverá negociar em caso de uma possível diferença de Laudêmio atrasada, a ser cobrada pela União.

No andamento das tratativas, deverá o vendedor já providenciar a Ficha de Cálculo do Laudêmio (FCL), emitir a DARF respectiva, efetuando já seu pagamento que constará do Instrumento Particular/Escritura. Decorrido o prazo de 15 a 20 dias após o pagamento do DARF deverá ser solicitado a Certidão Autorizativa de Transferência (CAT). De posse da CAT poderá o comprador efetuar a escritura do imóvel com o recolhimento dos encargos respectivos (ITBI, Cartório de Notas e Registro do Imóvel). Passo seguinte, num prazo de 60 dias, o comprador deverá dar entrada de toda documentação na Gerência Regional da Secretaria do Patrimonio da União, da localidade do imóvel, a fim de obter a Averbação de Transferência a fim de constar na SPU os dados do novo responsável pelo imóvel. Caso o comprador não respeite este prazo, incorrerá em multa de 0,05% (cinco centésimos por cento) por mes, sobre o valor da negociação atualizado.

Apesar das pessoas confundirem, em muito, os termos Laudêmio, taxa de ocupação, taxa de foro, conforme já esclarecemos o Laudêmio só interfere nas transações de compra e venda. Quanto às taxas de ocupação ou foro são pagas anualmente, divididas em cotas.

Numa transação imobiliária, principalmente quando se tratar de propriedade situada em terreno de marinha, é sempre aconselhável, tanto para o vendedor como para o adquirente, assessorar-se de um advogado ou corretor especializado, pelas características que envolvem a documentação pertinente.

Alertamos que os Cartórios de Notas e Registro de Imóveis, sob pena de responsabilidade dos seus respectivos titulares, não lavrarão e nem registrarão escrituras relativas a bens imóveis de propriedade da União, ou que contenham, ainda que parcialmente, área de seu domínio, sem a certidão da Secretaria do Patrimônio da União que declare ter o interessado recolhido o laudêmio devido e as demais obrigações junto a esse órgão.

obs: artigo já considerado pelo CRECI-SP. Condensado por Anibal Desoz – Creci- 54-316-SP.

POR  · 3 DE JUNHO DE 2014

Ver mais sobre o assunto no site: www.anibalimoveis.cim.br

Características para o sucesso profissional

“Trabalhar com gente inteligente, construtiva e ambiciosa é um prazer para mim”, diz André Esteves, presidente do BTG Pactual.

Queira ser o dono do lugar que você está.

André esteves presidente e fundador do banco BTG Pactual, um dos homens mais ricos do Brasil, explicou no site EM PRÁTICA que apesar de nunca ter tido um mentor fixo na sua vida, sempre seguiu os conselhos de seus líderes e de seus chefes.

Outro detalhe que nunca deixou de observar foram as orientações de sócios e clientes e assim ele resume a sua filosofia como de um eterno aprendiz e sugere que os jovens de hoje deveriam aprender com as gerações anteriores.

A partir dessa premissa ele estabelece as características necessárias que quer encontrar nos jovens que desejam trabalhar com ele:

Personalidade construtiva
Para começar, André Esteves não quer trabalhar com pessimistas. “Queremos pessoas com alto astral, que acreditam que as coisas podem dar certo”, afirmou o banqueiro.

Otimismo e entusiasmo são características imprescindíveis para “fazer a viagem”, segundo ele. “Se você acha que tudo vai dar errado, não vai nem ligar o carro”, disse Esteves.

Ambição
Esteves contou que uma das perguntas feitas no processo seletivo do BTG Pactual é se o candidato quer ser funcionário ou dono do banco. A resposta esperada é a segunda. “Somos, promovemos e contratamos empreendedores”, disse ele.

Ser ambicioso é fundamental para Esteves, que se tornou o mais jovem bilionário brasileiro em 2006, aos 37 anos. “Se você for um ótimo executor mas não tiver muitas aspirações, terá apenas um ‘pequeno bom negócio’ para o resto da vida”, disse.

Aptidão para o trabalho e “juízo”
Capacidade técnica e vocação também são parte do perfil procurado pelo banqueiro. “Não adianta ser ambicioso se você não souber como executar seus projetos”, afirmou Esteves.

Ter “juízo” é outra expectativa do fundador do BTG Pactual para os jovens. Demonstrar bom senso e capacidade de planejamento conta muitos pontos para ele.

Ética e capacidade de trabalhar em equipe
Saber lidar com gente e agir com ética também são requisitos básicos de um candidato a uma vaga no BTG Pactual, segundo o banqueiro.

“Queremos pessoas que saibam trabalhar em time e ajudem umas as outras no dia a dia”, disse Esteves.

Capacidade para lidar com riscos e erros
Para ele, erro ruim é erro antigo. Os “erros novos” são completamente aceitáveis, e até desejáveis para quem está começando. “Nós queremos que o jovem erre, justamente pelas lições que isso pode trazer a ele”, declarou.

Para gerir os riscos inevitáveis no mundo dos negócios, a capacidade de aprender com os erros é fundamental. Isso porque, para Esteves, a experiência com os equívocos é o melhor treinamento para lidar com o futuro incerto.

Veja um trecho da palestra, em que Esteves fala sobre o que procura num jovem profissional. A íntegra do evento está disponível no site Na Prática.

Proposta define piso salarial de R$ 950 para corretor de imóvel

POR MERCADO IMOBILIÁRIO · 22 DE JULHO DE 2014

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6497/13, do deputado André Moura (PSC-SE), que fixa em R$ 950 o piso salarial dos corretores de imóveis com jornada de 40 horas semanais. A proposta prevê o reajuste anual do piso pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Proposta-define-piso-salarial-de-R$-950-para-corretor-de-imóvelQuem deixar de pagar o piso responderá à Justiça de acordo com o estabelecido no Código Penal (Decreto-lei 2.848/40), na Lei 1.079/50 (que define os crimes de responsabilidade), no Decreto-lei 201/67 (que trata da responsabilidade de prefeitos e vereadores) e Lei 8.429/92 (que trata dos casos de improbidade administrativa do agente público).
Segundo o parlamentar, a medida busca fortalecer o trabalho dos corretores. “Os corretores de imóveis são peças fundamentais para o êxito dos projetos das incorporações imobiliárias e geralmente se tornam reféns dos pagamentos de comissões arbitradas”, afirmou Moura.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
PL-6497/2013
Da Agência Câmara
Fonte: http://www.publicidadeimobiliaria.com/2014/07/proposta-define-piso-salarial-de-r-950-para-corretor-de-imovel.html