Coluna semanal do Mercado Imobiliário: Por Tomaz de Aquino (22/11)

Leia a coluna semanal deste sábado (22/11), Mercado Imobiliário, escrita pelo jornalita Tomaz de Aquino para o Jornal Vanguarda.

coluna 22.11vanguarda

Clima organizacional e seus efeitos nas equipes

Em um cenário competitivo cada vez mais acirrado em que o tempo quase sempre se revela insuficiente para tantas tarefas e atividades da rotina profissional, criar e preservar um clima organizacional positivo é um imperativo.

Os Líderes, pressionados pelas metas cada vez mais exigentes, pelo turnover crescente, pelo número insuficiente de profissionais, nem sempre percebem o quanto tem valor um ambiente que promova melhores relações, mais satisfação dos colaboradores.

Embora possam ser elencadas justificativas intermináveis para que o líder não dê a devida atenção ao clima organizacional adequado ao bom desempenho profissional, é inaceitável, na atualidade, que deixe de atuar decisivamente nesse quesito.

O clima organizacional reflete muito o influência do Líder. Se o Líder se mantém equilibrado, isso é transmitido para os liderados e isso torna-se uma preciosidade, um valor a ser preservado por todos. Líder que não se atenta para a importância do clima psicológico na empresa,  está, perigosamente, levando sua Equipe para um colapso ou para um enfraquecimento totalmente desnecessário.

O clima organizacional é o que mais atraí candidatos para trabalhar em determinadas empresas e, ao mesmo tempo, mantém comprometidos os profissionais que integram sua equipe. Podemos afirmar que um bom clima organizacional é uma espécie de salário indireto e muito valorizado pelos colaboradores.

Até aqui o objetivo foi, em poucas palavras, realçar o valor do clima organizacional e o quanto é fundamental que o Líder invista nesse ambiente psicológico no interior da empresa, visando o bem-estar dos profissionais. Na incrível obra Introdução à Teoria Geral da Administração, de Idalberto Chiavenato, é destacada a necessidade de participação, do contato humano, do quanto o comportamento em grupo é um fator de agregação ou desagregação, segundo estudos de Elton Mayo.

O Líder que, porventura, ainda estiver preso no ceticismo dos impactos positivos que advém da humanização da empresa, considere o quanto o ser humano está mergulhado numa teia de exigências e desafios existenciais que – em grande número – as empresas, o ambiente de trabalho são os únicos portos seguros, as únicas oportunidades que tem para se sentir pessoas pertencendo a um grupo, buscando mais do que salários, mais do que simplesmente o vínculo empregatício…buscam motivação para suas vidas!

Esse quadro global se apresenta como gigantescas oportunidades para os Líderes desenvolverem habilidades e atitudes e excelentes projetos de criar, manter e aperfeiçoar um ambiente humanizado em conjunto com seus liderados, um clima organizacional que, verdadeiramente, gere nos profissionais um desejo de estar na equipe no dia seguinte, nos novos desafios que o mercado apresenta!

 

aluisio alvesPor Aluísio Alves: Treinador de Líderes e Equipes. Palestrante. Educador, Psicanalista e Escritor. Doutor em Educação. MBA em Gestão Empresarial e Administração Hospitalar. Gerente e Diretor do HC Uberlândia (2001-2010).aluisioalves17@gmail.com (34) 8419 0227 (Triângulo Mineiro) e (35) 9148 1762 (Sul de Minas) www.yashimek.com.br -*Associado à Yashimek – Coaching, Palestras & Cursos – Atendimentos em todo o Brasil.

Congresso de corretores imobiliários é sucesso com casa lotada

cong 10O 1º Congresso Regional de Corretores de Imóveis que começou ontem e vai até hoje, no auditório da Faculdade de Administração surpreendeu até mesmo os organizadores do evento o Creci em parceria com a ADMtec e com a FCAP/UPE, com mais de 500 inscritos e um auditório superlotado.

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Marcos Meira diretor da FCPA/UPE

O diretor da FCAP/UPE, Marcos Meira, fez as honras da casa aos presentes destacando  a importância do evento e reforçando ser a UPE a única entidade a colaborar com o desenvolvimento e a qualificação profissional da categoria.

Já o presidente do sistema Cofeci – Creci, João Teodoro, lembrou da importância do corretor de imóveis no mercado e da participação do setor no PIB brasileiro, fez um balanço de como anda o segmento e quais as expectativas para o próximo ano.

O presidente do Creci, Petrus Mendonça, que deu uma nova imagem a entidade, transformando-a num órgão sempre preocupado com a profissionalização e a lisura nos desenvolvimentos dos negócios imobiliários mostrou o que exige a legislação para que se tenha uma transação dentro das exigências legais e feita com profissionais devidamente habilitados.

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Petrus Mendonça presidente do Creci

“Este foi o primeiro congresso de corretores de imóveis de Pernambuco. Que foi organizado e saiu do papel, graças ao empenho da diretoria que se dedicou e mesmo com curto prazo conseguiu fazer um evento que será o início de muitos outros e muito maiores do que esse. Agradecemos a todos que acreditaram e desejamos sucesso aos participantes, dizendo que  Creci está a disposição de todos os corretores imobiliários de Pernambuco”, disse Petrus.

O diretor da ADMtec José Thomaz e Coordenador de Setorial de Extensão e Cultura da FCAP/UPE apresentou as fases de um processo de marketing positivo num case de sucesso imobiliário – O Reserva do Paiva, mostrando as mudanças no processo comunicacional de um emepreendimento.

Durante o evento o professor Frederico Mendonça disponibilizou os seus livros Administração de Imóveis e Avaliação de Imóveis a fim de que os corretores possam enriquecer as suas vendas e assim melhorar os seus negócios.

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Frederico Mendonça, Tomaz de Aquino, Marcos Meira, José Thomaz e Eugênio Sales

O primeiro grande encontro de corretores de Pernambuco continua hoje com mais três palestras, a primeira começando as 15 horas com o professor Frederico Mendonça, corregedor do Creci junto o Cofeci,  a segunda, às 16h, com José Bryner, professor e administrador de empresas, sobre o mercado imobiliário e as redes sociais e a terceira às 17h com o palestrante Guilherme Machado e consultor coach para o desenvolvimento de empresas.

Portanto, ainda dá tempo de você participar do 1º Congresso Regional de Corretores de Imóveis, que já é considerado como o maior evento imobiliário de Pernambuco.

Quo Vadis?

A expressão latina  “Quo Vadis”  tem sua origem nas Escrituras Sagradas quando o Senhor Jesus falava de Sua morte e ressurreição aos discípulos e, ao mesmo tempo, os confortava mencionando a vinda do Consolador ou Espírito Santo para estar com eles, dizendo:   “Mas, agora, vou para junto daquele que me enviou, e nenhum de vós me pergunta:  Para onde vais?”  (Evangelho de João 16.5).   Assim, a expressão interrogativa  “Quo Vadis?”   tem como tradução, “Para onde vais?”  ou  “Para onde caminhas?”.

  Com os desmandos e os escândalos noticiados todos os dias em nosso País pela imprensa falada e escrita e por outros meios de comunicação, não seria de estranhar que depois de cerca de dois mil anos da morte de Cristo, milhões de brasileiros podem estar repetindo a mesma pergunta:   “Para onde estamos indo?”  ou  “Para onde estamos caminhando?”

Assustado com a falta de vergonha do povo brasileiro e bem assim dos que estão no poder, o psicanalista ítalo-brasileiro, Contardo Calligaris, escreveu uma série de artigos fundamentando   “o comportamento das pessoas em relação à moralidade e mostra que há sociedades reguladas pela vergonha e outras pela culpa”.   No caso dos brasileiros, diz ele, “estes dão um ‘nó’ na antropologia em particular e nas ciências sociais em geral”.   E continua:   “A vergonha é escassa e seria de se esperar que houvesse culpa, mas o sentimento de culpa é abrandado pela impunidade”.  Destarte, de impunidade em impunidade, a culpa e a vergonha vão cauterizando a mente para não se sentir vergonha nem culpa, por mais vergonha e culpada que seja a ação.   Como vergonha e culpa são da condição humana, aquela é conseqüência desta e esta deve nos levar a sentir vergonha.   Na oração do profeta Daniel, ele diz:  “Ó Senhor, a ti pertence a justiça, mas a nós, o corar da vergonha”  (Daniel 9.7).

Quer nos parecer que esta falta de vergonha tem conduzido o homem público brasileiro a sentir prazer em cada erro que comete.   Não se contenta com a posição elevada que alcançou, não se satisfaz com os recheados salários e vantagens que percebe e prefere não resistir às falcatruas que levam à ruína moral.   Não imagina que a sociedade reprova em maior grau a perversidade do sujeito que se utiliza desses meios criminosos sem delimitação precisa.  Desconhece que Deus não existe para satisfazer as ambições humanas, os desejos e os apetites de consumo.  Nunca o Brasil teve proporcionalmente tantos ricos como na atualidade, sendo que grande parte dessa riqueza é de origem nebulosa, injusta e duvidosa.  Alguém já disse que  “O que determina a nossa vitória é o tamanho do nosso adversário”.   Nem sempre o vitorioso foi honesto na sua trajetória, mas venceu pelas facilidades oferecidas.  A ordem é:   trabalho, boa administração e fidelidade porque expectativa não correspondida gera frustração e vergonha.

Tivemos o chamado “mensalão” e agora o “petrolão” que alimentou e continua alimentando  mentes insanas de canalhas  inebriados pela exacerbação da ambição e pelo apoio dos eternos oportunistas sempre a serviço da enganação.  São seres humanos de boa formação acadêmica, que se deixam envolver em seus pensamentos mórbidos e aprendem a gostar das próprias coisas que destroem a paz de espírito.   São idealistas em demasia que desprovidos de ambição racional, querem triunfar pelo caminho mais fácil.    Um homem íntegro deve ser imparcial, inatacável e irrepreensível.  Falta de integridade nada mais é do que não querer entender os deveres e responsabilidades sociais.  Enquanto o grupo criminoso envolvido nos escândalos da Petrobras, Petrolão e quem sabe, da Eletrobras se espreme para tentar enganar a Justiça e a sociedade, poderíamos repetir:    “Para onde estamos indo?”

 

Por Eliezer Andrade

1º Congresso Regional de Corretores de Imóveis

Ainda dá tempo de você participar, Corra!

Começa daqui a pouco o 1º às 14 horas na Faculdade de Administração de Pernambuco – FCAP/UPE o 1º Congresso Regional dos Corretores de Imóveis de Pernambuco.

O evento é uma parceria do Creci com a ADMTec e visa oferecer aos corretores de imóveis do estado a oportunidade de aperfeiçoarem seus conhecimento e assim melhorarem os seus negócios.

A qualificação profissional é uma das prioridades da atual gestão do Creci que vem desenvolvendo ações que possam contribuir para dar uma qualidade melhor ao mercado.

Confira a programação do  congresso:

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O corretor tem que saber onde o cliente está

Corretor “antenado” é o corretor está num lugar onde não é esperado

Continuando a nossa conversa sobre as estratégias que os corretores devem adotar para melhorarem as suas vendas e a sua performance no mercado, apesentamos hoje uma outra dica que se for seguida pelos profissionais do mercado com certeza farão a diferença.

Milton Nascimento tem uma música que diz assim: “Todo artista tem que ir aonde o povo está” podemos parafrasear a letra dessa canção e dizer: “Todo corretor tem que ir aonde  cliente está”.

Corretor que espera o cliente chegar está fadado a sair do mercado. Quando um cliente aparece no plantão, no estande, num feirão ele já vem certo do que ele quer e principalmente do que ele não quer.

Por isso cada vez é mais difícil efetuar uma venda num desses eventos.

Um corretor “antenado”, isto é ligado, questionador, que procura saber das coisas ele está um passo na frente do corretor que parece estaca de construção – fica alí parado, parece decoração de estande – está ali, como se fosse uma luminária, uma planta…,uma bandeira de lançamento, parece tudo menos corretor.

Uma boa estratégia para você melhorar as suas vendas é adotar a prática de acompanhar a agenda de eventos de sua cidade. Procure se inteirar de tudo que vai acontecer no seu município, não importa o tipo de evento, nem quem vai participar dele, importa que você vai ter gente diferente a sua disposição para você oferecer seus produtos.

Só para dar um exemplo quando eu atuava na área de captação e de vendas, o que é que eu fazia, pegava o meu jornal o Rota 232 com a propaganda dos imóveis que eu tinha disponível e partia para algum evento que estivesse acontecendo.  Podia ser congresso de médicos, eleição de clube de engenharia, de sindicato, festa cultural, cavalgada, caminhada ecológica, reunião de quengas não importava o que fosse, importava que eu estava lá sozinho.

Se eu estava viajando para participar de um evento em outra cidade ou fora do estado, até mesmo se fosse a passeio,  O que importava era que eu estaria lá sozinho, distribuindo meu jornal com a minha propaganda e com os meus produtos. Levava também alguns panfletos com mais detalhes, para quem quisesse mais informações sobre a cidade de Gravatá e sobre os imóveis para comercialização.

Assim eu sempre aparecia, porque estava sozinho, porque não tinha outro corretor do meu lado, porque não tinha concorrentes. Muitas e muitas vezes eu recebia clientes conquistados assim, dessa forma, em lugares inusitados e que nada tinha a ver com a venda de imóveis.

Muitas vezes eu sabia que ia ter num dos hotéis de Gravatá um treinamento, uma capacitação de grandes empresas como a Tim, Boticário ou mesmo do governo do estado e o que eu fazia? Procurava o pessoal do hotel para me indicar o pessoal da organização, entrava em contato pedia para fazer uma apresentação de Gravatá com um filme de 3 minutos em DVD, num dos intervalos da palestra, do seminário, do encontro e isso até aliviava os participantes que relaxavam um pouquinho.

Quando terminava o evento quem é que estava lá fora distribuindo o jornal? Eu! E, muitas e muitas vezes, muitos dos participantes me procuravam pediam mais informações e me ligavam depois das cidades deles e em muitas ocasiões eles retornavam num fim de semana, conheciam a cidade e os empreendimentos e adquiriam imóveis.

Fiz muitos negócios assim, dessa forma. Dei muitos clientes para amigos corretores através desse processo e evidentemente ganhei o meu dinheiro.

Imagine a seguinte a situação: vai acontecer na sua cidade um encontro num determinado hotel com mais de 200 ou 300 pessoas de fora que vêm participar de um congresso. Você tem em mãos um DVD muito bem produzido (e toda cidade tem) mostrando as belezas da cidade, os seus eventos, o seu desenvolvimento e a sua potencialidade na área principal de atividade, você consegue os organizadores colocar esse DVD para ser exibido nesse encontro e ao final da apresentação você distribui um panfleto com as informações sobre a cidade, muito bem trabalhado e com a sua propaganda de corretor imobiliário.

Ao final do evento, do lado de fora, você estará distribuindo o material de algum empreendimento que você queira destacar contendo também a sua propaganda. O que você acha que vai acontecer quando algum participante quiser saber mais alguns detalhes da cidade ou do empreendimento, ele vai perguntar a quem? Vai procura quem?

Por isso, você precisa conhecer a sua cidade e bem. Eu andei Gravatá toda a pé! 490Km2. Fiz um mapa da cidade. Não existia nenhum. Hoje é usado por todo mundo e fiz isso de carro com o odômetro do veículo, marcando as distâncias e depois com fotos aéreas, foi uma trabalheira, mas deu resultado.

E aí eu fico olhando e vejo que tem corretor que não sabe nada da cidade. Se você perguntar a distância daqui pra ali ele não sabe. Não conhece os pontos atrativos, não sabe o tipo de economia da região, não conhece o comércio local, a maioria dos comerciantes é de que? é um polo? Polo de quê? Não sabede nada, inocente! E no fim quervender imóveis e se dar bem, me poupe.

É preciso sacrifício, esforço, luta, aprendizagem, desenvolvimento de novas ideias e novas estratégias de abordagem, a venda é consequência da abordagem. Aborde mau e você vai ter um mau negócio.

O importante é primeiro aprender as técnicas de abordagem e depois  as técnicas de vendas. Se você não souber abordar, você já caminhou para perder a sua transação. Você só vende o que o cliente quer e não o que você quer.

Vá estudar a cidade onde você está trabalhando, vá atrás de um DVD dessa cidade, faça um panfleto seu com a sua propaganda. Faça seu marketing independente do marketing da imobiliária onde você atua, pode até fazer conjunto, mas tem que ter um seu. Veja o prefeito quando ganha uma eleição. A primeira coisa que faz é mudar tudo, a marca, o slogan, a cor, porque é um novo momento e exige um anova linguagem.

Tem corretor que é a mesma coisa em todos os empreendimentos. Cada empreendimento tem a sua personalidade própria e precisa de uma linguagem própria adequada e precisa de um material próprio.

Portanto, inove, ouse, tenha novas ideias, coloque em prática e vá vender.

Se eu morasse em caruaru e fosse corretor imobiliário toda segunda feira eu estaria na feira de Caruaru distribuindo um panfleto meu, não precisava ser caro, mas que ia ter na frente todos os telefones importantes da cidade: polícia, bombeiro, procon, prefeitura, feira, parque, farmácia, padaria, etc. e também a minha foto do outro lado com a minha propaganda. Qualquer menino de informática faz isso barato e o custo é baixo até de impressão, não precisa ser colorido.

Esse panfleto eu também mandaria distribuir nos sinais. Ninguém ia jogar fora um material com tanta informação importante.

Aí você vai dizer: Ah! mas esse não é o meu público. Como é que você sabe? Que pesquisa você fez? Será que ele não tem amigos? Será que ele próprio de repente não quer uma casa por aqui?

Sabe quantos corretores tem na feira de Caruaru, vários, mas nenhum deles vendendo, a maioria comprando.

Essa é a diferença de quem faz a diferença. Por isso o corretor tem que ir aonde o cliente está.

Corretor que quer vender aprende com a necessidade

Creci entrega credenciais aos novos corretores – Um Minuto Com Tomaz de Aquino

Novidade no Consultório São José – Bezerros

A população do município de Bezerros, agora pode contar com serviços clínicos de qualidade.

O Consultório Médico, São Jose, agora conta com novas especialidades e com o LAB CENTER (Laboratório de Análises Clínicas).

Localizado na Rua Coronel João Pessoa (Rua da Matriz), 115 – Centro – Bezerros/PE

Fone: 81 3728.2314

labcenter