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Convite Exposição Fotográfica GAMR

 

Nesta terça-feira, dia 19 de agosto de 2014, o GAMR estará realizando uma exposição fotográfica em homenagem ao Dia Mundial da Fotografia, com o tema “Pó”.

 

A referida exposição acontecerá no Parque da Cidade, das 17H00 às 22H00.

 

As fotos ficarão expostas na Biblioteca Muncipal também no Parque, até o dia 01 de setembro, ficando aberta a visitação para escolas e entidades, que poderão agendar diretamente com o Parque.

Eduardo Campos: Jornalista também chora

ARTIGO

Por Fernando Castilho

Aquele choro estava travado desde quarta-feira. Jornalista, por profissão, racionaliza a morte. Trata-a como se não morresse. Como se o valor da notícia seja mais importante do que tudo, ainda que por dentro esteja sentindo, sofrendo. É da natureza da profissão. E muitos de nossos companheiros envolvidos no noticiário dessa tragédia nacional trataram as mortes de Percol e Severo racionalmente. Era preciso informar tudo primeiro. Revelar ao leitor, telespectador, ouvinte e internauta os fatos. Funcionamos no piloto automático.

Por isso sai de casa as dez da manhã deste domingo pegando um transito livre para “catar” notícia. Hoje, no Sistema Jornal do Commercio a gente primeiro captura a informação e depois vê em que plataforma ela vai ser distribuída. Mas, ao chegar na Praça da República a paisagem começou a mexer comigo.

O que fazia as pessoas ficarem numa fila por dois quilômetros de forma civilizada e sem qualquer reclamação esperar pacientemente a vez de passar meio segundo à frente de um caixão, cuja única identificação de que ali estava o corpo de Eduardo Campos, era uma foto?

Por que pessoas anônimas estavam ali pacientemente espelhadas na praça, ouvindo os cânticos de preparação da missa a ser celebrada por Dom Fernando Saborido, se emocionando, catando e pranteando uma pessoa que conheciam pela TV ou pelo rádio como se fosse uma delas, enquanto nós assepticamente fazíamos nosso trabalho de reportagem?

A cerca das autoridades dividia os dois mundos. De um lado o povo, de outro o poder. Um pranteava o ídolo, o outro pensava racionalmente no amanhã. Um se comportava perfeito diante das câmeras com sentimento estudadamente contido. O outro chorava, dava gritos de Eduardo Guerreiro do Povo Brasileiro. E chorava.

Sim, tinham senhoras que simplesmente se concentravam na missa e entoavam as músicas com uma familiaridade como as jovens cantam seus artistas. A diferença é que elas faziam isso com uma referência tão firme que contagiava quem já nem lembrava da última missa em que esteve presente. Gente de preto e de branco. Gente preta e branca. Gente de todas as cores. Pessoas que traziam fotos de Eduardo Campos em alguma passagem de suas vidas. Outras que nunca o tinham o visto pessoalmente. Gente que chorava pelos personagens que nós reportávamos todos os dias. E lá se foi Dom Saborido fazer o que lhe estava reservado. Uma missa de corpo presente que, entoada por cânticos gregorianos, foi emudecendo a praça.

Foi quando me juntei à jornalista Cleide Alves, companheira do JC da Editoria de Cidades que confessou ter ido à praça homenagear seu amigo, Alexandre Severo. Não estava de crachá. Estava ali como cidadã e amiga de um jornalista como nós dois. Escondi o meu de vergonha. Alves estava me dizendo para esquecer a pauta, pois era dia de chorar Severo e Percol.

Ficamos ali mudos, ouvindo Dom Saborido mandar um recado, pontuado de simbolismo político, após ressaltar porquê Eduardo Campos lutava com tanta força. E pudemos ver como as palmas assumiam um recado aos políticos presentes, pelo menos dois deles, adversários do morto, estavam ali presentes.Veio a homilia, ofertório, a comunhão e benção final e a gente firme ali, ouvindo cada palavra e se contendo até que veio a hora da praça cantar Noites Traiçoeiras, do Padre Fábio de Melo e a multidão inteira começou a chorar.

Não tinha mais como segurar. Olhei para Cleide e desabafei: amiga, não dá mais para a gente ficar aqui segurando esse choro todo. Eles eram nossos companheiros de profissão.

E os dois, no meio daquela multidão de pessoas anônimas, desabamos num choro torrencial, contido por dias em nome da profissão Um choro de dois velhos jornalistas escondido por quase 90 horas em que tanto eu, como ela represamos aquela imensa dor fingindo uma fortaleza inverídica para seres humanos.

Eu não sei se os nossos colegas envolvidos na cobertura resistiram mais que nós. Talvez nem tiveram tempo para isso. Eles estavam na pauta, nós não. Mas, sei que sai dali me sentido bem melhor, assim como Cleide. Até porque, no meio da multidão as pessoas também de olhos vermelhos pareciam confortadas na volta em silêncio para casa.

Talvez, Eduardo Campos tenham razão naquela frase-testamento quando diz que nós não podemos desistir desse povo. Mas, o certo é que depois de tantas horas de apenas nos preocuparmos apenas com a notícia, todos precisamos em algum lugar, em algum momento, nos reservemos o direito de chorar pelo que nos são caros. Pelo simples fato de que jornalista também precisa chorar.

Novos corretores de São Paulo são hibilitados

corretores spEm todos os estados a profissão de corretor de imóveis vem se destacando no que diz respeito a capacitação e a qualificação dos profissionais de intermediação imobiliária. Uma demonstração clara de que as entidades representativas da categoria estão trabalhando para excluir da classe os maus corretores e retirar da sociedade os falsos corretores são as formaturas de novos profissionais para o mercado.

Esta semana em São Paulo mais de duzentos novos profissionais receberam as suas habilitações e estão prontos para interagir com seus clientes como nos informa o corrteor imobiliário e diretor do Creci SP, Augusto Viana.

“Solenidade de Entrega de Carteiras do dia, na Câmara Municipal de São Paulo. Na oportunidade recebem suas carteiras 260 novos profissionais corretores, sendo 171 homens e 89 mulheres. Destes novos (as) corretores (as), 138 têm formação de nível superior, em outra atividade, e estão migrando para a nova profissão. Aos 260 novos colegas, sejam muito bem-vindos! E muito sucesso! As 15 horas teremos outra solenidade onde receberemos mais 312 novos colegas”. Acompanhe ao vivo pela TV CRECIwww.crecisp.gov.br/tvcreci

A Rota 232 se sente honrada em saber que está contribuindo para melhorar o nível dos corretores imobiliários através de suas coberturas, de suas parcerias para a realização de cursos de capacitação, de eventos imobiliários e de palestras. A Rota 232 agradece os elogios recebidos e reafirma o seu compromisso de trabalhar pela categoria dos corretores de imóveis do Brasil.

Renata Campos não cita Marina Silva no seu discurso

renata discursaA viúva do ex-governador Eduardo Campos, Renata, reuniu as lideranças, amigos e aliados do PSB para as eleições de 2014 e se colocou a disposição do partido, afirmando que sempre fez política e que agora vai fazer campanha por ela e pelo marido morto.

No seu discurso disse que ela e os filhos estão engajados na luta para eleger Paulo Câmara, governador de Pernambuco, Raul para vice e Fernando Bezerra Coelho para o senado. Pediu a todos para deixarem tudo do jeito que Eduardo Campos pediu.

O estranho foi que a viúva do ex-candidato a presidente da República não citou nenhuma vez o nome de Marina Silva, escolhida por Eduardo para ser a sua candidata a vice-presidente e que agora assumiu a condição de candidata no lugar de Campos.

Sem também falar sobre seu futuro político – não disse se aceitava ser vice – como vem sendo especulado pela imprensa e como foi recebida aos gritos da militância. Também não afirmou se vai disputar algum cargo eletivo, deputada federal talvez…

O que causa surpresa e estranhamento é o silêncio em relação a Marina. Será que Renata quer ser a candidata do PSB no lugar dela? Se por acaso estão orientando a viúva por esse caminho é um caminho errado e descabido.

A candidata é Marina Silva e ponto final e Renata quando acalmar do trauma que sofreu com a perda do marido vai entender que este é o melhor caminho para o PSB no o quadro eleitoral atual. Emoção não é boa conselheira para se toma decisão.

Amanhã voltamos nossas postagens normais

A partir de amanhã voltamos a publicar normalmente as nossas mensagens, matérias, e artigos.

A vida segue… Não vamos desistir do Brasil

Não sei…Só sei que foi assim: Eduardo Morreu!

eduardoNão sei porque um avião moderno dá um problema, não pega e não foi trocado pelo candidato.

Não sei porque ainda usamos caixa preta, num tempo de uma tecnologia tão avançada, com arquivos nas nuvens, etc…

Não sei porque a caixa preta não gravou o vôo.

Não sei porque dois pilotos experientes arremeteu o avião e não conseguiu controlá-lo.

Não sei porque ele não posuou na base áerea que seria a decisão correta, segundo os especialistas.

Não sei de nada´… Só sei que Eduardo Morreu junto com assessores e tripulação.

 

Não sei… Só sei que foi assim…

 

O avião caiu

Eduardo morreu

O povo ficou sem saber o que aconteceu

O país foi quem perdeu

O povo foi quem sofreu

Quando ele tão cedo partiu

Mas o povo que o amava gritou:

“Eduardo guerreiro do Brasil”

E ainda reafirmou

“Não vamos desistir do Brasil”

 

 

Coluna semanal do Mercado Imobiliário: Por Tomaz de Aquino (16/08)

Leia a coluna semanal deste sábado (16/08), Mercado Imobiliário, escrita pelo jornalita Tomaz de Aquino para o Jornal Vanguarda.coluna16.08 vanguarda

RECONHECIMENTO DA NULIDADE DO CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL LOCALIZADO EM LOTEAMENTO IRREGULAR

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que deve ser extinto sem resolução de mérito o processo decorrente do ajuizamento, por loteador, de ação ordinária com o intuito de, em razão da suposta inadimplência dos adquirentes do lote, rescindir contrato de promessa de compra e venda de imóvel urbano loteado sem o devido registro do respectivo parcelamento do solo, nos termos da Lei 6.766/1979.

O art. 37,caput, da Lei 6.766/1979 (que dispõe sobre o parcelamento do solo urbano) determina que é “vedado vender ou prometer vender parcela de loteamento ou desmembramento não registrado”. Além disso, verifica-se que o ordenamento jurídico exige do autor da ação de resolução do contrato de promessa de compra e venda a comprovação da regularidade do loteamento, parcelamento ou da incorporação, conforme prevê o art. 46 da Lei 6.766/1979: o “loteador não poderá fundamentar qualquer ação ou defesa na presente Lei sem apresentação dos registros e contratos a que ela se refere”. Trata-se de exigência decorrente do princípio segundo o qual a validade dos atos jurídicos dependem de objeto lícito, de modo que a venda irregular de imóvel situado em loteamento não regularizado constitui ato jurídico com objeto ilícito, conforme a doutrina e a jurisprudência.

Portanto, constatada a ilicitude do objeto do contrato em análise (promessa de compra e venda de imóvel loteado sem o devido registro do respectivo parcelamento do solo urbano), deve-se concluir pela sua nulidade.

Fonte: STJ
Com informações da Gadelha & Oliveira Advogados
Assessoria Jurídica SECOVI/DF – Dra. Fernanda Gadelha

Tecnologia atrasada na aviação aérea deixa sem resposta acidente com Eduardo Campos

Em pleno século da informação e da era tecnológica a aviação aérea modernizou os seus aviões, mas não deu o mesmo tratamento a atualização dos processos comunicativos entre os diversos atores do sistema aeronáutico do País.

Como sou leigo no assunto fico me questionando como é que numa era de hologramas e cloud servings ainda usamos caixas pretas? Pergunto-me o porquê de não se usar as modernas tecnologias como arquivos nas nuvens, redes diferenciadas, chats, etc., para se registrar os acontecimentos durante um vôo.

É por conta desse atraso que usa caixas pretas que enchem a memória e não permitem mais qualquer reistro, ao invés de utilizarmos gravadores e filmadoras especiais que gravem ininterruptamente dias seguidos que não vamos saber o que aconteceu com aquele avião.

Teremos versões, várias, mas certeza essa está completamente descartada. E mais uma vez um centena de irregularidades ficará sem punição e mais uma vez o vôo que matou o candidato a presidente da República Eduardo Campos, seus assessores e os dois pilotos entrará para os anais da aviação como um mistério.

Faltam respostas, faltam explicações e como tudo nesse país, continuará assim….

Simples Nacional vai diminuir a informalidade dos corretores de imóveis

A inclusão dos corretores de imóveis no Simples Nacional, sistema de arrecadação simplificada de impostos do Governo Federal, beneficiará cerca de 310 mil profissionais que trabalham com corretagem de imóveis no País. O sistema de tributação para micro e pequenas empresas unifica oito impostos em um único boleto e reduz a carga tributária, possibilitando que mais profissionais se formalizem, em virtude da agilidade na abertura de empresas e na significativa redução da incidência tributária sobre sua força de trabalho.

o corretor autônomo paga cerca de 30% em impostos sobre seu faturamento (Foto: Shutterstock)

Hoje, o corretor autônomo paga cerca de 30% em impostos sobre seu faturamento. No Simples Nacional, sua tributação será entre 6% (para faturamento anual de até R$ 180 mil) e, no máximo, 17,42% (faturamento até R$ 3,6 milhões por ano).

“O novo regime tributário é uma conquista histórica para a categoria, que servirá de incentivo para a formalização de milhares de profissionais”, afirma o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (Creci-PI), Nogueira Neto, que representou a categoria na cerimônia de assinatura da sanção do projeto de ampliação do Simples Nacional, realizada no Palácio do Planalto, em Brasília.

Segundo o presidente, após 18 anos de luta contínua, a classe conseguiu inserir o segmento imobiliário nessa modalidade tributária. “A conquista significa redução de impostos para profissionais e empresas do nosso segmento, menos custos e mais benefícios à categoria e a sociedade.”, enfatizou Nogueira Neto.

Com o Simples Nacional os corretores poderão se formalizar optando por serem MEI (Microempreendedores Individuais). Nesse caso, o faturamento anual não pode ultrapassar R$ 60 mil, ou seja, R$ 5 mil mensais. “Com esse registro, o profissional pode emitir o seu Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que facilita a abertura de conta bancária, pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais. A taxa mensal para esse regime é menos do que R$ 50 por mês. E nisso já estão inclusos todos os impostos e tributos”, explicou o presidente do Creci, Nogueira Neto.

Com informações da Cidade Verde