11 Dicas para o corretor imobiliário vender mais

O corretor só tem duas opções vender para o cliente que aparece ou procurar o cliente onde ele estiver. Em qualquer uma dessas duas situações, ele precisa estar preparado porque no ramo de imóveis a venda é diferente de qualquer outra área.

A realidade mostra que o que se vende hoje é a verdade, em função do novo perfil do cliente.   Acabou o tempo da enganação, o corretossauro está extinto (aquele corretor atrasado e arcaico que acha que vive ainda no tempo da pedrologia e não da tecnologia).

Confira agora as dicas para você vender mais

1 – Avalie imóveis próximos ao que você está vendendo e tenha uma lista para mostrar ao cliente com preços e condições, procure aqueles semelhantes e que sejam mais caros, se o seu cliente já fez isso vai ver que você trabalha sério e com verdade;

2 – Faça um vídeo da área do imóvel durante o dia e também a noite para mostrar ao seu cliente evitado que ele queira fazer isso e assim protele a compra;

3 – Faça um estudo do trânsito e do barulho se o imóvel estiver num lugar movimentado, para contra argumentar mostrando as vantagens que ele teria, por exemplo as facilidades de acesso a determinados produtos e serviços

4 – Destaque em fotos a infra-estrutura que o imóvel possui e o que tem por perto;

5 – Destaque a questão da segurança;

6 – Mostre onde vai ser a vaga de garagem que pertence ao imóvel

7 – Se for condomínio mostre ao cliente quanto ele vai gastar com água, luz, taxas, etc.

8 – tenha simulações de financiamento de vários bancos destacando a vantagem do seu comparando com vários tipos de renda

9 – Mostre a legalidade da sua imobiliária e da sua atuação como corretor habilitado para garantir a credibilidade ao cliente da transação que ele está fazendo;

10 – Indique quanto o cliente vai agastar aproximadamente com escritura, taxas, impostos, etc.

11 – Dê ao cliente informações verdadeiras e veja se o panfleto corresponde a verdade, caso contrário bata fotos e esqueça a propaganda enganosa.

Lembre-se nada disso vai funcionar se você não for honesto.

Escrito por Tomaz de Aquino

COLUNA SEMANAL DO CRECI/PE

Coluna Creci 12-12-2014

Entrevista: Presidente CRECI / RN

Confraternização dos corretores imobiliários

cartaz finalCaros colegas corretores dia 11 confraternização em Recife,  no Boi e Brasa e dia 18 confraternização em Caruaru, no Boi e Brasa, onde estarei dando a palestra Tendências do Mercado Imobiliário o que vai acontecer em 2015 e o que o corretor vai ter que fazer para ter sucesso no novo ano.

Não perca esta é a oportunidade de você ficar bem informado  e assim fazer a diferença nos seus negócios.

Contas rejeitadas da campanha da presidente Dilma

Alguém acredita que vai dar alguma coisa? Claro que não!

Ainda que as contas sejam rejeitadas amanhã pelo Tribunal Superior Eleitoral, vai ser iniciado um processo judicial para investigar as irregularidades e com a “lenta rapidez” dos nossos magistrados ela terminará o seu mandato de forma tranquila.

Cabe destacar que ela ainda terá centenas de recursos para impetrar e assim protelar a decisão ou a investigação.

Portanto, deixemos de mais esta besteira e vamos nos concentrar no que interessa que é a CPMF, tudo isso é para desviar a nossa atenção.

Palestrante Daivison Nery – Entrevista

Henrique Barbosa responde a Magno Martins

Acabei de postar resposta abaixo no Blog do senhor Magno Martins que no seu comentário me chamou de ingrato e outras aleivosias.

Espero que ele publique.

Magno, diz o bom jornalismo que devemos ouvir os dois lados antes de publicar uma notícia. Ingratidão é uma palavra que desconheço e você sabe que durante o seu período na Folha sempre fui seu defensor.
A minha INDIGNAÇÃO contra o sr. Eduardo Monteiro é a de estar com todas as minhas contas bancárias por ” expressa determinação contida na ordem judicial nº .0800200-32.5.10.0851, originária da 01ª VT de Dianópolis, Tribunal Regional do Trabalho do Trabalho – 10ª Região de Tocantins, em 21/03/2014″.
Explico: o bloqueio deve-se a um débito de R$ 1.300,000,00 da Destilaria Agropalmas Agropecuária do Palmas SA. A dívida é do Grupo EQM.
É justo eu pagar por um débito que não sou responsável?
Não difamo. Divulgo Fatos. No mais, quero me livrar das amarras da Justiça, no qual fui preso injustamente. Não tenho ódio do senhor Eduardo Monteiro. Ele siga o seu mundo visionário e empreendedor tão bem construído por ele.

Publique, por favor.
Henrique Barbosa

Mas afinal o que é e-mail marketing? E como posso vender imóveis com esta ferramenta?

Muitos corretores acreditam que disparar uma determinada oferta ou convite para um grande número de endereços de e-mail afim de conseguir algum interessado em sua oferta constitui em e-mail marketing.

Eventualmente esta prática pode até apresentar algum resultado, mas o número de argumentos para não utiliza-la é muito grande: você ou sua empresa podem ter o domínio (o endereço do site e do e-mail) bloqueado ou suspenso; desgaste da sua imagem e da sua empresa junto a clientes que julgam esta prática invasiva; perda de tempo e de dinheiro com uma ação que irá se mostrar pouco efetiva.

Mas na verdade e-mail marketing é uma forma de relacionamento e de comunicação entre você e seu cliente, criado a partir de um pedido ou de um consentimento dele em fazer parte da sua base de dados.

Estarão em sua base de dados aquelas pessoas que pediram para receber a sua newsletter, preencheram o formulário para ter acesso ao conteúdo do seu material sobre financiamento imobiliário ou sobre como comprar um apartamento através do Minha Casa Minha Vida por exemplo.

Mesmo quando esta base for pequena, é importante começar de maneira correta, separando seus contatos por interesse, região ou faixa de renda. Isto irá ajudar você a ter mais resultados quando estiver enviando e-mail com mais prática, através de ferramentas adequadas.

As boas práticas em e-mail marketing

Agora que você já sabe como montar a sua base contatos, aquele que será o conhecido como o seu mailing, será preciso de uma ferramenta de disparo, um software que possibilitará saber quem recebeu seu e-mail, quem e quantas vezes abriu o e-mail, os links que foram clicados entre outros detalhes.

Existem várias ferramentas disponíveis no mercado, algumas baratas, outras mais caras e existe até ferramenta gratuita para disparo de e-mail marketing.  Disparadores de e-mail possuem modelos que podem ser editáveis, permitindo a personalização com o logo da imobiliária e fotos dos seus imóveis.

O investimento vale a pena, pois esta é uma ação que geralmente produz bons resultados em médio e longo prazo, mas é preciso dedicar tempo para aprender as características de cada ferramenta, saber quando são os melhores dias e horários de envio, fazer testes para entender e visualizar como o e-mail será entregue, etc.

Uma vez familiarizado com a sua ferramenta de e-mail marketing, você poderá de maneira eficiente convidar as pessoas da sua base para eventos de lançamentos ou open house em imóveis prontos, informar sobre novas casas disponíveis em determinados bairros ou o que você desejar comunicar, de maneira eficiente e muito mais barata que os métodos tradicionais como a confecção de folhetos por exemplo.

Saiba também que, ainda que as pessoas tenha de alguma forma solicitado para receber seus e-mails, através dos formulários e outras formas de contato citados no começo do post, elas podem querer não mais recebê-los. A maior parte das ferramentas possui a opção de descadastro. Mesmo assim esteja preparado para, mesmo a contragosto, retirar o nome de quem assim solicitar.

A medida que você aumenta a sua base com os contatos oriundos mensalmente de seu site, maior será a demanda por novas peças de e-mail e por novas comunicações. Mas com o tempo e com a prática você conseguirá irá adquirir, melhor também será o resultado alcançado com esta ferramenta.

Fonte: Guru do Corretor

5 erros que o corretor de imóveis não pode cometer nas redes sociais

O boom da internet e as mudanças nas comunicações acontecidas na última década alteraram não só as técnicas usadas pelas empresas para melhor abordar o cliente, mas também as estratégias de relacionamentos e vendas nas inúmeras atividades no mercado.

Tal contexto trouxe mudanças importantes também para o marketing, fazendo do meio virtual um campo relevante a ser explorado. E, atualmente, um dos mais eficazes recursos  para se posicionar no mercado é atuar e marcar presença nas redes sociais.

Muito embora não exista uma fórmula infalível para conquistar o público, há erros que o corretor não deve cometer em relação aos seus contatos nas redes sociais. Corretor de imóveis que tal conhecer alguns desses descuidos?

Deixar de criar conversações

Não basta mais gerar informações relevantes e proporcionar notícias interessantes para seus contatos nas redes sociais. Isso foi um recurso importante no início do marketing na internet, mas rapidamente a alimentação de relacionamentos entrou em cena e passou a direcionar as ações no mundo do e-commerce. Quando uma imobiliária ou agente imobiliário decide entrar no mundo virtual, ele não deve focar apenas no compartilhamento de anúncios, mas precisa criar e participar de conversas, debates e diálogos.

Usar as redes sociais somente para “caçar” clientes

Iniciar debates, mostrar novidades e excitar conversas são algumas das melhores táticas para as redes sociais. Nesses espaços, a empresa que tem uma página não deve acossar os clientes e contatos com abordagens constantes de compra de produtos, e sim envolver os seguidores e amigos com conteúdo interessante. As pessoas vão espontaneamente procurar por você, caso se sintam encantadas e envolvidas.

Deixar de melhorar seus produtos

As redes sociais constituem um espaço de grande liberdade para as pessoas publicarem o que pensam sobre os produtos e serviços que consomem. É importante ficar bem atento para essa situação, sobretudo, por conta de dois motivos: você poderá melhorar tudo que oferece para seus clientes a partir da ciência daquilo que não vem dando certo, e poderá impulsionar ainda mais as estratégias que estão dando resultados positivos e satisfatórios para seus clientes.

Se houver algum eventual transtorno com seu atendimento ou serviço, haverá tempo hábil para você consertar e não deixar que seja divulgada uma imagem ruim da empresa.

Não traçar uma estratégia para a rede social

A mídia social não é mágica. Não basta estar lá para fazer os negócios crescerem. Trata-se de um grande erro simplesmente criar uma página ou perfil em uma rede social e esperar que as coisas aconteçam. Como qualquer outra ferramenta de marketing, para ser bem sucedido você precisa ter um plano focado em resultados. Além disso, tendo métricas para verificar, poderá ajustar e alterar o planejamento estratégico com base no que aprender ao longo do caminho.

Não analisar a concorrência

Mesmo que você esteja sendo eficiente nas suas estratégias nas redes sociais, é certo que muitos de seus concorrentes também estarão se relacionando com os clientes por tais canais. Quando se passa a operar nas redes sociais, além de oportunidades para melhorar o próprio espaço no mercado, será possível visualizar o que outras empresas do ramo imobiliário estão fazendo e oferecendo. Com essas informações, você poderá aperfeiçoar seus serviços e criar novas estratégias com muito mais segurança.

É importantíssimo para uma empresa estar nas redes sociais, mas mais importante ainda é ela traçar as medidas certas nas mídias sociais. Só assim esses canais formarão oportunidades ótimas para expandir os negócios.

Fonte: Blog Bem Direto

Brasileiros não desistem de comprar imóvel

São Paulo – Mesmo considerando que os preços dos imóveis estão muito altos, a maioria dos brasileiros não deve desistir de comprar a casa própria por esse motivo.Essa é a constatação de uma pesquisa realizada pela Ricam Consultoria e o Instituto ILUMEO com 1.455 pessoas entre os dias 18 e 19 de novembro.De acordo com o estudo, 70% dos entrevistados acham que os preços de imóveis estão muito altos, mas apenas 16% afirmam que devem desistir da compra por isso.Apesar de não acharem os imóveis baratos, apenas 16% acreditam que não existem oportunidades de compras com bons preços atualmente.“Fiquei surpreso com o resultado. Eu não esperava que um percentual tão grande de compradores julgasse que o preço não é um fator determinante na decisão de compra”, comenta Ricardo Amorim, economista e presidente da Ricam ConsultoriaSegundo ele, três fatores principais explicam o resultado da pesquisa. O primeiro seria o fato de que a maioria dos entrevistados fará a compra do imóvel pela primeira vez. “Para alguém que ainda não tem um imóvel e quer comprar, o preço não é a variável mais importante”, afirma.O segundo fator diz respeito ao financiamento. A pesquisa mostrou que a maioria dos entrevistados (89%) pretende financiar o imóvel e, dentre esses, 61% planejam dar entrada de até 20% no valor do imóvel. “Como a imensa maioria dos entrevistados quer financiar o imóvel, isso faz com que o preço não seja tão importante, desde que o financiamento caiba no bolso. Isso significa que a disponibilidade de crédito é um ponto fundamental”, diz o presidente da Ricam.O terceiro fator que explicaria a intenção de compra a despeito dos preços altos seria a crença de que os preços podem subir ainda mais. “A maioria acha que os preços estão subindo e vão subir ainda mais. Então, por mais que eles achem que o imóvel está caro, como acreditam que no futuro ficará mais caro ainda, eles acham que faz sentido comprar”, diz Amorim.O economista comenta ainda que, por trás da baixa influência do preço na decisão de compra está a importância que o brasileiro dá à aquisição da casa própria. “Para o brasileiro, a casa própria é associada ao bem-estar e a um ganho de cidadania, além de representar segurança. Muitos pensam da seguinte forma: ‘Aconteça o que acontecer no futuro, pelo menos minha casa eu tenho’”, diz o presidente da Ricam.Diferentemente de outros bens de consumo, que têm sua demanda reduzida quando o preço aumenta, o imóvel seria interpretado mais como uma forma de investimento, segundo Amorim.Por essa razão, quando a tendência dos preços é de alta, mais compradores são atraídos para o mercado imobiliário e o inverso ocorre quando o setor está em baixa, tal como acontece no investimento em ações.Ainda que comprar um ativo em alta não seja a decisão mais razoável do ponto de vista estratégico, o comportamento é frequentemente verificado entre investidores, conforme demonstram pesquisas sobre o tema.O levantamento da Ricam e do Instituto ILUMEO mostrou ainda que, dentre os participantes que têm intenção de comprar um imóvel, 46% disseram que o farão em até dois anos e 64% preferem comprar uma unidade nova a uma unidade usada.O tema bolha imobiliária também foi abordado na pesquisa. Os resultados mostraram que o fenômeno é pouco conhecido ainda: 74% dos brasileiros não sabem seu significado e 60% nunca ouviram falar nisso.Tópicos: Guia de Imóveis, Imóveis, Mercado imobiliário, Renda pessoal

Fonte: Folha de São Paulo